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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Leis da Vida - Parte II


Falamos um pouco sobre as Leis da Unicidade, Transformação (Lavoisier), da Evolução (aumento da complexidade), da Eternidade e da Funcionalidade.

Vamos a mais algumas:
6)   Tudo é interconectado.
7)   Tudo é processual.
8)   Tudo é Relativo.
9)   Todos são 100% responsáveis por sua  própria vida.
10)   Contemplação.

Tudo está conectado com Tudo.

Nada está desligado, separado de nada.
Tudo que possui uma centelha vital em si, independente, tem Individualidade, sejam plantas, insetos, animais, mamíferos...
Na física, sabemos que os átomos sofrem energias de relação com outros átomos, formando substancias, polímeros, trocando elétrons, formando pontes de hidrogênio, e que a presença de certos elementos podem atuar como catalizadores das reações químicas, alterando sua velocidade, e produto final.
No corpo, possuímos átomos, que liberamos de várias formas, na atmosfera pela respiração, e este átomo pode ser inspirado por outra pessoa, levando consigo as informações que contém, trocando-a com a nova pessoa, assim como a agua que existe na atmosfera, capaz de memorias, muda de estado, mas arquiva em si registros. Tanto o ar como a agua que hoje existem em um país, podem durante seu ciclo, estar daqui a pouco no outro lado do planeta, já que o planeta gira, e o ar não é arrastado em sua totalidade durante o giro, dependendo da altura pode se manter estacionário, ou mesmo ser levado pelos ventos em contra fluxo.
Se considerarmos que um átomo é um campo eletromagnético, que interage com o meio, e acabam alterando energeticamente o ambiente a sua volta, formando campos maiores.
Da mesma forma o campo gerado pelo pensamento humano, materializado em elétrons, que na presença de um observador (consciente ou não) se torna material gerando outro tipo de campo que se expande no espaço, o qual gera movimentos de atração e repulsão, se aglutinando por semelhança.
Nossas emoções, também modificam o ambiente a nossa volta, gerando campos vibratórios emocionais, que tendem a se atrair, se aglutinando por semelhança.
Estamos imersos em um mar de campos vibratórios, que se interconectam, se relacionam, e se relacionam conosco. Somos como um peixe no oceano, se a temperatura externa modifica, todo oceano se modifica, se há furações, tsunamis, todo mar se movimenta em turbulências... 
 Apenas não somos capazes de perceber a interconexão de tudo com tudo, com todos porque acontecem em campo invisível, e são percebidos apenas pelo nosso inconsciente pessoal, que se funde em determinados níveis e forças com o inconsciente cultural, socioeconômico do ambiente, até o coletivo da humanidade, de arquétipos, e também da somatória de egregoras existentes.
Nossa ligação consciente pode ser gerenciada por nossas escolhas, mas as que ocorrem no subconsciente e no inconsciente fogem ao nosso arbítrio, e nós ligamos a campos de depressão, de magoas, de certas forças anímicas, sendo afetados de forma mais perceptível, pelos campos emitidos mais próximos a nós, e menos por correntes mais distantes, mas mesmo assim somos afetados até pelo que não pertence ao planeta, como a Lua, Sol, planetas, apenas não somos capazes de perceber as alterações.
Temos a ilusão que nós acabamos onde nossa pele gera um conceito de mundo interno e externo, alguns percebem e conseguem lidar com a expansão/contração de seu campo áurico, as forças que nós fazem relacionar com o meio ambiente, que vai além do campo áurico, responsável pelo que atraímos ou afastamos de nossa vida, que atua formando como que “pontes de hidrogênio”( conhecidos pela psicologia como sombras do meio ambiente, de defesa, sensória).
Se ficamos tristes, nós automaticamente, iremos nós ligar a todos que estão tristes, e a nossa tristeza irá amplificar, pois se somam. Também, se um campo vibratório de tristeza aglutinado passar por nós, podemos ficar tristes de um momento para o outro, sem motivo, porque não estamos atentos a interconexão.
Sabemos que o planeta possui linhas de força, de distintas frequências magnéticas, que animais como os pombos utilizam para se orientar para retornar para casa, as linhas Ley, Bavic. Da mesma forma, temos campos psicoastrais que se movem, passam por nós, tal como fazem as ondas de tv, rádio, celulares.
Temos a ilusão de estarmos separados, e termos controle sobre o meio ambiente, mas esta segurança é totalmente falsa, devido a interconectidade. Um fato que ocorre no sol, pode nos afetar, apenas não temos consciência disto, apenas percebemos que algo imergiu do inconsciente, e nós modificou.
Nossa Consciência é finita, limitada a nossa capacidade de decodificação mental, mas o inconsciente é infinito, e abarca tudo que existe. A consciência de um ser humano é diferente de uma pulga, por exemplo, mas ambos estão ligados no inconsciente.
Nosso pulmão se relaciona com o ar, assim como nossa mente se relaciona com a mente coletiva, nosso campo áurico se relaciona com os campos psicoastrais coletivos. A atmosfera liga tudo que respira, que toca.
O finito se relaciona com o infinito, o infinito com o finito.
O finito está contido no infinito, que é composto por infinitos campos finitos diversos, únicos, infinitas possibilidades.
Se você ficar em pé em um local, e observar a superfície visível, apesar dela parecer continuo e igual, perceberá que tem certas marcas especificas que lhe dão individualidade, que se você der um passo ao lado, o chão terá marcas diversas. Desta mesma forma, acontece no espaço invisível. A superfície da Terra está ligada ao centro, mas não há dois centímetros iguais no planeta, apenas semelhantes, e mesmo a descontinuidade causadas pelo mar, é apenas uma ilusão, toda terra esta interligada. Não existe vazios, tudo está preenchido, apesar de não percebermos, tudo possui fluxos se movendo, interagindo.
A mente objetiva não consegue perceber o invisível, pois depende dos 5 sentidos, mas nós somos capazes de perceber o invisível, somos afetados por ele, e o afetamos. Cada local tem uma energia especifica que atua na nossa, interferindo se conectando, passando como nuvem, ou de forma neutra (latente).

A Individualidade é a diferença, a unicidade e não a separação.
E tudo está ligado funcionalmente, levando a evolução.
Tudo é processual. Lei da ação.

Para existir energia, é necessário que haja movimento (senão teremos estagnação), a realização de um trabalho, decorrente da interconexão, do atrito entre superfícies, liberando ou absorvendo energias.
Quando existe um observados o potencial latente entra em ação, se move, se transforma, se inter-relaciona.
No Princípio, no Big Bang houve uma Causa Primeira neste Universo, que gerou uma consequência, a qual continua se multiplicando até hoje. Cada consequência gera uma reação, que é causa de nova consequência.
O princípio de causa e efeito é eterno, infinitos e está interconectado com tudo, de forma funcional e evolutiva. O que fazemos, e o que deixamos de fazer, a ação e a omissão geram consequências, que se multiplicam em possibilidades, uma causa de outra consequência que se torna causa.
Tudo está entrelaçado deste o princípio dos tempos, se interconecta, e se afetam.
Por isto ao se mudar uma força de intensidade, de sentido, mudamos todo o Universo. A cada mudança. Novas consequências exigirão novas causas...
Como tudo afeta tudo, tudo se move e modifica, tudo é um processo, não há cenários parados.
Podemos “fotografar” fatos, mas eles se modificam toda vez que observamos a “foto”, pois nós estaremos modificados. Nada permanece igual, mesmo fatos que aparentam ser o mesmo padrão se repetindo, tem diferença funcionais, porque a interconexão é diferente, mesmo que apenas alguns segundos tenham se passado entre o fato repetitivo- podemos observar isto em maquinas de alta produtividade, que ejetam muitas peças por minuto, elas terão  ligeiras diferenças entre si, pois, por exemplo, a vibração da máquina, a qualidade da matéria prima de cada um é diferente, por isto se utiliza o conceito de tolerância de variação admissível.
Tudo que você pensa, sente, faz afeta o meio e gera consequências. Sua presença é causal no processo.
E somos afetados no nosso pensar, sentir e agir pelo ambiente, e neste caso, o ambiente se torna causal.
A causa mais próxima, nós afeta mais, e mais distante a percepção, a afetação será menor, dependendo da intensidade, modo, pulsar, velocidade de movimento, gasto de energia envolvido, etc.
Quando se observa o processo, se conhece as leis que o envolvem, podemos atuar de forma lucida, levando o processo ocorrer de uma forma mais funcional, de acordo com nossos objetivos, da mesma forma que um químico pode a partir da mesma matéria prima, mesmo maquinário, mudando as condições de temperatura, pressão, velocidade de um processo produtivo, obter produtos finais de qualidades bem diversas, especificas.
Por isto a autoconhecimento, a observação da natureza e de seus processos é tão importantes para podermos discernir nossas ações, pensamentos e emoções, sendo agentes da mudança ao invés de vítimas do mesmo.

Tudo é Relativo, nada é absoluto.
Se tudo muda, se interconecta, se afeta, está se modificando em processo.
Tudo é relativo, pois as forças que atuam são diversas, o momento traz novas conexões, mudando o resultado. Para se observar a passagem do tempo, precisamos dois pontos no espaço, para medir o tempo que se leva para percorre-lo a certa velocidade. Mudou-se um detalhe, tudo muda, portanto há uma relatividade onde existe dimensão, espaço-tempo, matéria-antimateria, visível – invisível, ou seja há polarização, para gerar discriminação.
Como você observa o Universo externo, depende de como se relaciona com teu Universo interno, as forças que ativa, os potenciais ativos, suas crenças e valores, a identidade e comportamentos assumidos.
Coisas que em uma cultura, uma religião, são tidas como verdades, em outra não o são, portanto são relativas.
Mesmo as leis físicas são relativas, a gravidade, por exemplo, que existe na Terra é diferente na Lua, no Sol. As ondas eletromagnéticas são relativas a composição, o dia/noite dependem do movimento pelo espaço planetário. As leis que percebemos como constantes, regras validas para Gaia, não serão as mesmas em outro local no espaço. Mesmo como observamos uma planta, dia após dia, será relativa ao nosso estado de espirito, a luminosidade, apesar de sabermos que a planta é a mesma, nossa relação com ela mostra a relatividade.
Mas se tudo é relativo, o futuro é apenas provável, porque nós agarramos tanto a segurança, nós nos seguramos ao que é relativo e mutável...mas não nos adaptamos, permanecemos rígidos, para termos segurança. Em um Universo mutável, relativista, nada é seguro, nada é certo, nada é verdade absoluta.
Tem situações que acreditamos já saber, dominar, estão em nossa zona de conforto, temos certeza que já temos a resposta correta para agir, nós nos sentimos seguros – mas isto é ilusório, irreal.
Ou seja o que cremos ser real, é irreal. O que temos como irreal pode ser real.
A resposta a um fato sempre será diferente, pois o mesmo fato não se repete, apenas pode aparentar ser igual, mas é diferente, portanto exige resposta diferente.
Como dizia Einstein- Fazemos tudo igual, sempre, e ainda esperamos que a consequência seja diferente. Se queremos uma resposta melhor, que nós fira menos, temos que agir de forma diferente, pois ai estaremos de acordo com a lei – tudo tem a sua relatividade, unicidade, portanto exige uma ação diversa, não condicionada.
Sabemos que matar por matar é inadmissível, mas como ditar uma regra para que vive em uma guerra, correndo risco de vida, onde se não se defender é morte certa? Até um fato tão grave tem relatividade, a resposta de cada um só será real, no momento que passar pela situação e fizer sua escolha, qualquer outra coisa será uma avaliação conceitual, empírica, e relativa.
Sabemos que mentir não é desejável, mas há momentos que uma mentira pode ser mais benéfica, funcional, evolutiva que a sinceridade fria.
Os campos vibratórios são relativistas, e pode gerar consequências fortes. Dizia Paulo de Tarso: Tudo nós é permito, tudo é licito, mas nem tudo nós convém. Quando fazemos uma escolha (ou nós omitimos) haverá uma consequência como resultado, com a qual teremos que lidar.
A circunstancia é que determina a funcionalidade do ato. As coisas são contextuais, situacionais, relativas. Nada é certo ou errado, de forma absoluta. Uma coisa que em um momento é bem inadequado, pode em outro momento ser o mais adequado.
Mesmo o que chega a nós, é relativo, ao que somos, ao que vibramos. Se vibramos no mal, na doença, no medo, é com o que faremos conexão. Uma pessoa ao nosso lado, no mesmo ambiente, que está vibrando o bem, a confiança em si, a fé em seu espirito, o autovalor, irá se conectar com outros campos, e terá consequências diversas em sua vida, experiência coisas muito diversas.
Se tudo é relativo, não há mais superior nem inferior, isto se torna apenas referências espaciais, mas uma pessoa pode ter certas habilidades bem desenvolvidas, mas terá uma serie de potenciais latentes à espera de iluminação, de desenvolvimento, enquanto outra pessoa pode ter desenvolvido outros, ou seja somos apenas diversos, únicos, na individualidade. Cada qual tem algo sendo desenvolvido, habilidades, e potenciais intocados.

Somos 100% responsáveis pelo que acontece conosco.

Somos a lei, temos o arbítrio de interferir no processo. Onde colocamos nosso foco, amplificamos, então o que cremos ser, se tornará real.
Apenas quando assumirmos a responsabilidade sobre nossa vida, deixando a postura de vítimas, poderemos mudar o processo, aprender a lidar com as forças. A vítima transferiu seu poder, e se torna impotente. Mas quando aceitamos que somos responsáveis, recuperamos nosso poder e podemos mudar tudo.
Se fomos nós que fizemos, atraímos, nós conectamos, nós impressionamos de certa forma, nós deixamos afetar pela falta de posse, de lucidez, podemos mudar tudo. No conhecimento da lei, passamos a ter o poder de alterar tudo, passamos a ser agentes, a usar nosso livre-arbítrio para fazer escolhas, e a aprender a escolher sempre de melhor forma, podemos nós ligar com o campo da solução, receber intuição.
Na vítima, fugimos do confronto com a realidade, nós escondemos em um mundo de idealizações, de ideias.
Podemos estudar o que fizemos, quais foram as causas, para modifica-las, e obter resultados diversos.
Poderemos policiar nossos pensamentos, lidar melhor com nossas emoções, escolher com o que nos conectamos, passar a nós centrarmos em nós, no nosso sentir, no Ser, e tomar posse de si mesmo.
Temos que realizar escolhas a cada segundo, que mudam nossa vida. Apenas as fazemos sem lucidez, e nós tornamos vítimas de nosso próprio agir inconsciente. Quando tomamos posse de nossa vida, nós tornamos cada vez mais lúcidos de nossas escolhas e de suas consequências, e desenvolvemos a habilidade de bem viver.
Se há algo de disfuncional na nossa vida, é porque estamos defendem ideais irreais, indo contra as leis, e inconsciência na escolha, a fuga do auto responsabilidade, uma covardia de enfrentar que temos que mudar, que o mundo não é do jeito que o idealizamos, de como pensamos que ele deve ser.


Arbítrio é a capacidade da individualidade de interferir no processo atuando na lucidez de forma evolutiva.

Cada situação é nova, original, única, relativa e busca novas escolhas baseadas na vivencia, na percepção, na capacidade desenvolvida de discernir e estar presente, lucido, na situação.
Nosso aparelho para estas escolhas não é a mente, mas sim a alma, com seus sensos, com sua inteligência, sua capacidade de se comunicar instantaneamente com nossa parte Eterna, e escolher de acordo com nossa individualidade, não regras externas.
As escolhas feitas fora da individualidade (alma/espirito) são tentativas de controlar, de estagnar o processo, e resultaram em respostas inadequadas.
Adquirimos nossa característica divina- Se sou Eu que escolho, coloco a minha fé, ativo o processo, que trará consequências. Quanto mais lúcidos nas escolhas, melhores as consequências no processo, estaremos caminhando para a iluminação. Se temos em nós a lei, o verbo, somos responsáveis, precisamos tomar atitudes e assumir nosso processo.
O arbítrio foi nós dado para podermos interferir no nosso processo, preservando a individualidade.
Se escolhemos algo que age contra nossa individualidade, a dor se manifesta, alertando que saímos de nosso caminho, que escolhemos de forma enganosa, interferimos no processo erroneamente. Faz tudo para nós trazer de volta a nossa individualidade.
Ao darmos importância a algo, interferimos em todo fluxo energético, e mudamos o processo.
A dor é uma ferramenta do sistema de defesa de integridade, para nós preservar como indivíduos.
Se teimarmos em uma situação, as vezes o corpo prefere morrer a se manter destruindo a integridade, é uma forma de libertação da situação.
uando atingirmos a Consciência plena de tudo que escolhemos a cada minuto, atingiremos a consciência budica. Para isto precisamos perder a tendência de divagar, de permitir a mente atuar sem gerenciamento, e assumirmos o nosso destino em nosso arbítrio a todo momento.
A verdadeira realização é a expansão da individualidade.

Contemplação.

Com+ templo+ ação= ação de entrar no templo, mergulhar na própria essência.
Buscar meditar sobre as leis, se tornar observador de si mesmo, capaz de analisar o próprio processo, as escolhas e suas consequências, e modifica-las.
Revisitar o passado, com o novo olhar, e ressignifica-lo, aceitando sua magoa com a vida por ela não ter sido como desejávamos, como idealizamos, assumindo a responsabilidade sobre tudo que aconteceu, valorizar o que cada situação, mesmo as desagradáveis, fez com que desenvolvêssemos de potencias, habilidades.
Entender que tudo sempre foi perfeito, nas leis, e que estamos exatamente no ponto que em nossa idade cósmica, já desenvolvemos o que foi possível, e tudo está na mais perfeita ordem.
Que Deus ao criar as leis, colocou tudo funcional, portanto ele não precisa de nenhum fiscal para corrigir o que ele errou. Tudo tem seu motivo de ser como é, tudo está funcional e é evolutivo. Nossa visão é que é relativa, portanto nossa indignação sobre a realidade é falsa, ilusória, vinda da ignorância do processo. E que na individualidade, cada um arbitra sobre si mesmo, e não pode interferir no processo alheio.
Mas pela interconexão, quando melhoramos, afetamos positivamente o ambiente, e pela funcionalidade, o meio reconhece em nós agentes evolutivos e favorece cada vez mais nossa melhora, nossa evolução, nós trazemos mais oportunidades e recursos.
É aprender a sair da mente, silencia-la, para poder ouvir as demais vozes internas que são nossas colaboradoras existenciais, as inteligências do corpo, da alma, do espirito, que nós falam de forma simples e direta (se vem com um discurso, explicando, justificando, a voz ou vem da mente, ou das larvas astrais que vivem como um capacete em nós, e que nós controlam).
Aprender a ouvir a voz que vem do cardíaco, nosso mensageiro, que identifica as nossas verdades, traz as inspirações, feelings do caminho a seguir, realiza milagres, abre portas, mas que pela ignorância desprezamos.

 

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