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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Morte e renascimento, é um momento ou um processo, uma gestação?

Morte e renascimento, é um momento ou um processo, uma gestação? Buscamos a mudança de padrão vibratório, à amplificação da consciência e a “iluminação”, conduzidos pelo impulso evolutivo. Ao nascermos, ou seja ao entrarmos em corpo, geramos uma persona que nós trouxe para o mundo das formas. Éramos eternos, livres e plenos, e fomos limitados as condições do tempo-espaço-matéria visível nós nos perdemos de nós mesmos. A persona se desenvolve e nós envolve, gera uma “capa”, uma ferramenta funcional para lidar com o cenário onde nós manifestamos. Fomos perdendo a sensibilidade, protegidos por muros, nossa alma se recolheu... Veja o rito da igreja católica quando fala de culpa....se bate no peito, mandando a alma embora....fica só a persona. Culpa, medo de pecar, de errar, de magoar e ser magoados se torna a tônica da sobrevivência sem alma... Cada vez mais isolados nos tornamos, mais camadas de proteção geramos em nós. Mas para evoluir, precisamos espaço, para expandir a consciência, precisamos romper os limites da persona, sair das zonas de conforto. Mas buscamos a segurança e resistimos a mudança. Para gerar um novo estado, é necessário que o anterior seja desfeito. Às vezes , o fluxo de ágape, o faz com suavidade, se nós deixamos conduzir pela nossa centelha interna.... Mas as vezes, ágape se torna forte e imperativo, para nós levar ao próximo nível evolutivo, nós leva a um fundo de poço... Neste somos obrigados a nós desapegar de vários aspectos de nossa persona...nosso mundo desaba literalmente... Não fica outra opção, exceto para se sobreviver, se confrontar a mudança.... Neste momento ainda é ágape que nós move, fecha portas e abre outras, nós faz abrirmos mão das expectativas que colocamos sobre o ambiente, sobre outrem... Nossas projeções retornam para serem desintegradas, transmutadas e/ou integradas...as máscaras que caem, são as de nossas ilusões, idealizações, que nós puxa para o real... Este processo nada tem a ver com pessoas e fatos externos a nós, mas sim é um processo interno, que se projeta no exterior e sobrepõe as pessoas reais.. Podemos comparar este processo com uma gestação e parto, já que morremos para uma persona, e outro ser se apresenta no lugar. Às vezes a gestação pode ser suave, tranquila, e podemos tocar nossa vida de forma normal, o nascimento é tranquilo e alegre... Mas devidos a nossos apegos, medos, projeções e idealizações, a gestação do novo Ser que nós nos tornaremos é cheia de sustos e enjoos.. A permeabilização da persona, a chegada da alma retornando para o cardíaco, sendo ela sensível e pura, gera reações do status atual. Para ela morar em nós, nossas muralhas devem cair, nosso inconsciente como caixinha, e dependendo do nível, o inconsciente da caixona, deve ser purificado... Conteúdos, núcleos de dor, estruturas de crenças distorcidas são afloradas...vem como um tsunami e nós tomam, e nós levam próximos a cisão, a loucura... Às vezes basta apenas um aroma leve para causar um enjoo em uma gravidez, da mesma forma basta uma energia estranha para causar a vazão do conteúdo... O que é inconsciente sobe para a consciência, onde será apresentado a nosso discernimento... O parto quando se aproxima, a película que protege a película, deve se romper, e as dores do parto podem ser intensas... Ágape literalmente nós espreme, torce e retorce até que apenas sobre em nós nossa essência, aquilo que fomos criados para ser... Para que nasça em nós a presença da Caixona, e através da purificação dos condicionamentos e estruturas seculares, A centelha se manifeste primeiro na caixona, iluminando-a, e depois desce através da alma e nós preenche os corpos de manifestação... Então nova limpeza começa, para a acomodação de novo nível vibratório, as estagnações do corpo físico devem ser liberadas, os arquivos presos nas células liberados... A alma, prepara a limpeza da casa, limpando o inconsciente até o mais profundo...e a caixona completa a faxina... E o novo ser que nasce, precisa reaprender a Ser, pois sua persona deixou de existir, foi integrada, transmutada... A dor que surge na gestação, os surtos, os mal estares, são algo positivo, pois estamos liberando conteúdos que duram vidas... Mesmo a lagarta precisa o momento se entrar no casulo, se recolher em si mesma, adquirir força para romper o casulo, um tempo para esticar suas asas, seca-las, para só após disto voar... Estes processos de transformação são mandatórios pela Natureza, não há como fugir deles quando queremos acelerar nossa evolução... Os fundos de poço, as noites negras da alma são mecanismos evolutivos, conduzidos por ágape... Temos a ilusão de que o amor incondicional, a tudo acolhe, é cumplice com a persona, e é ferramenta de troca, é gentil, carinhosa, até mesmo piegas.... Esta ideia é do amor humanizado e distorcido, onde existe posse, exclusivismo, relação de domínio e submissão, de tolerâncias aos desvios, a condescendências as atitudes involutivas... Assim como temos uma visão distorcida do Creador, lhe damos aspectos paternos, ora violento, primitivo, ora amoroso e condescendente, mas isto são personificações... Ágape é o fluxo da vida, é o movimento da luz que nós conduz, que é onda portadora que nós levará de retorno ao Uno. Ágape é o movimento da vida em nós, e nossa persona é o elemento que nós tira do fluxo de ágape, que gera o antifluxo, no mundo das polaridades... Ágape serve a nossa centelha, e não as caixinhas, vem do criador e passa por tudo, em nós, para nós e através de nós. Vitaliza, nutre, ilumina onde não existe lucidez, força e desintegra em nós aquilo que não somos nós... Onde está estagnado, será como agua que de tanto tocar, desgasta a pedra mais dura, pode ser suave, ou de forma violenta, pois realizará sua Obra... Ágape é como o vento, pode ser suave, mas pode ser um furacão, que destrói um estado, para que a reconstrução se faça... Sim, mesmo a destruição tem função positiva, encerra um ciclo, para que outro se faça... Na destruição também existe a mão do Creador , o fluxo d e ágape, a serviço da evolução Ágape é a energia que faz o magma central do planeta e nosso se mover vitalizando gerando o eletromagnetismo... É dela que nasce a energia motriz dupla, atração e repulsão, cujo magnetismo gera nossa realidade percebida, conforme nossas crenças e conforme a nossa polaridade vibratória. Se existe presença, se existe ordenação em forma, em manifestação visível e/ou invisível é Ágape que o permite... Ágape é o movimento que a tudo move, é a inteligência amorosa, e o Amor inteligente do Creador, que nós ajuda a romper os limites da persona... Uma das suas ferramentas é o poder de destruição, transmutação e recriação....sempre para a evolução, para amplificação de consciência rumo a iluminação... Mesmo a situação, aos nosso olhos, indesejável, como a morte é movimento evolutivo, é sua ação... Pois apenas quando nós desapegamos de um estado, outro poderá nascer... Até mesmo Jesus subiu a cruz, foi teve sua persona martirizada para realizar sua ressureição como Cristo... A resistência por parte da persona, a este movimento, nossas defesas, as idealizações, expectativas projetadas, lixo que jogamos debaixo do tapete, as cristalizações, as estagnações são o que geram a dor... Mas tal como um bebe, uma vez gerado, deverá passar o tempo no útero da mãe, deverá obrigatoriamente passar pelo parto no momento correto... Assim somos nós, quando pedimos para que Ágape se manifeste em nossa vida...seu fluir irá preparar nosso renascimento... Mesmo a dor serve ao amor incondicional, pois remove todos obstáculos a seu fluxo...

Ser Terapeuta

O verdadeiro terapeuta trabalha com Humildade, pois busca fazer com que seu paciente se torne capaz de realizar o autoempoderamento, ele consiga se aceitar assim como é, aprenda a valorizar suas qualidades, perceber suas estratégias de adequação a vida, pois se está vivo e com vontade de viver melhor é porque está tendo sucesso, apenas ainda existem uma serie de habilidades a espera de serem desenvolvidas, oportunidades de melhoria, de evolução, muitas vezes apenas não o fez ainda, porque não houve quem lhe ensinasse a faze-lo. Cabe ao terapeuta acabar com qualquer condicionamento de comparação de seu cliente, onde ele se coloque como menos capaz, como vitima, coitado, incapaz de lidar com a opressão do meio, das pessoas, pois ele não é assim, apenas foi convencido por quem busca poder sobre ele, a quem interessa que sua capacidade de reação e transformação sejam inativadas. E também, quando o orgulho dele ser melhor do que os outros, atitudes que não sejam a serviço do autovalor, mas a sim da dominação, da escravização dos demais, deve ser despertado da inflação do ego. Fazer que seu cliente não se sinta um anormal, por ter processos disfuncionais, mostrando a ele, que todos humanos também tem seus desafios, mesmo os que aparentam ser bem resolvidos. Que ele é normal, muitas vezes para isto, dividindo com ele, as próprias dificuldades, gerando empatia, rapport, um elo de confiança, fundamental para sua confiança. Afinal, se ele não encontrar no terapeuta um grande amigo, a quem possa falar de tudo, sem vergonha, sem medo de ser julgado, criticado, com quem ele se abrirá? O terapeuta deve trabalhar pela integridade de seu cliente, de que ele consiga se olhar no espelho e aprender a gostar do que vê, de que ele vale a pena, que sua vida tem significado positivo, ou seja devolver a ele seu empoderamento, elevar sua autoestima, que reflete o autovalor. Nunca o terapeuta humilha seu paciente, o critica, ou em sessões em grupo, admite que alguém o critique, aponte suas falhas com crueldade, no jogo dominador-submissão. Causar catarses faz parte do processo, mas nunca o cliente deve sair da sala do terapeuta se sentindo humilhado, fragmentado...pode e deve sair com questões para trabalhar, mas se sentindo confiante na sua capacidade de faze-lo, pois se o terapeuta demonstra confiar nele, e está a sua disposição, no apoio, ele passa a confiar em si mesmo, que a solução está a apenas alguns passos, e que vale a pena dar estes passos. Muitos terapeutas se perdem do processo de rapport, quando usam seu mapa do que é certo e errado para eles, e tentar fazer com que seu cliente se formate a este modelo. Imagine, como se sentiria um cliente tímido, introvertido, que tem dificuldade de se aceitar, nas mãos de um terapeuta firme, extrovertido, se ele apontar seu modo de ser como correto, que ele deve frequentar festas, trabalhos ousados, ect. Iria prejudicar muito este cliente, reduzindo ainda mais seu poder em si, podendo até leva-lo a uma depressão, ou pior. E pior ainda, se o terapeuta expor seu cliente, comentando com outros sobre seus processos, mostrando intolerância. Fazer a troca sobre casos com outros terapeutas, a busca de uma melhor ação, pode ser efetuado, mas sem nunca nomear o cliente, pois isto é antiético, e quebra a confiança terapeuta-cliente. Nunca deve fazer a seu cliente, o que não se sentiria bem, se seu terapeuta o fizesse. O Bom terapeuta é capaz de se colocar no lugar de seu paciente, de perceber suas dificuldades, de ajuda-lo a vence-los, ser empata, perceber até o que não é dito verbalmente, solidário, mas nunca cumplice, nem passa a chorar apoiando o cliente, mas sempre se mantem como observador isento, para que com lucidez, possa ajudar a pessoa a descristalizar seu ponto de vista, que tanto o fere, mostrando outros modos de ver a mesma situação, pois mudando a visão, se esvazia a emoção, a magoa, e se abre a porta da cura.... È capaz de fazer que a pessoa entenda que sempre fez o seu melhor, naquele momento, o que sentia, e que em um mundo onde aprendemos pela tentativa e erro, errar faz parte do processo até aprendermos a fazer melhor. A nunca olhar seu passado com o julgamento com a atual visão de vida, pois isto não é justo com ele mesmo, reduz sua autoestima. Basta reconhecer, agi daquele jeito, e as consequências não foram boas, agora sei agir diferente, o farei, e terei resultados diferentes, uma forma de quebrar os padrões repetitivos condicionados, colocar a luz da consciência sobre elas, com clareza, sem sentimentalismo....apenas aprendizados, negocios inacabados enquanto não absorvemos sua lição. O terapeuta pode ter muitas técnicas, muitos conhecimentos, mas no momento que está a frente do seu cliente, deve ser apenas uma alma a frente de outra alma ( Jung). E ter a consciência que muitas vezes, seu paciente, te traz problemáticas que você também tem, pela lei da afinidade, e quando se coloca como alma ( e não de forma egoica), poderá se ouvir falando de aspectos do caso, que também servem de terapia para si mesmo. Portanto, ao termino da sessão, cabe ao terapeuta se perguntar- porque este conteúdo aflorou na minha presença? O que tenho a ver com ele, onde está o link? O quanto do que falei ao cliente, na realidade me servia mais do que a ele? O maior beneficiado da terapia, se souber fazer o feedback próprio, é o terapeuta, onde o paciente é um agente de nossa cura. Esta é a troca, ele nós traz um conteúdo para trabalho, que também temos... O toque dos campos áuricos, a troca bioenergética, atua em dupla direção, os núcleos abertos em um , se abrem no outro, e se curados no paciente, se curam em nós....se assim o permitirmos.

Papel da Alma no Caminho do Coração- Parte II

Existem várias maneiras de trilhar o mesmo caminho, o de retorno ao centro, a reconexão com a alma, nossa matriz geradora de nossa vida, nosso guia, mestre interior, e através dela, nós ligarmos a nossas partes que se encontram além do tempo/espaço em que vivemos. Este caminhar visa nosso despertar, não só da sabedoria em nós para o nível consciente, mas o do amor incondicional, a sensação de unicidade com o Todo, a cura de nossa fragmentação, a restauração de nossa pureza e poder espirituais. Todas tradições concordam que o ponto no corpo físico, que este caminho passa pelo chacra cardíaco, nosso centro. As tradições nativas, todas reconhecem que em momentos da vida, podemos perder o contato com nossa essência, nós fragmentar, e se referem a isto como Perda de Pedaços de alma, onde cada pedaço que perdemos, leva consigo um Dom da alma, onde a mesma foi ferida. Em geral, estas “feridas” se processam na infância e adolescência, e portanto quando se fala na cura da Criança Ferida, não nos referimos apenas a criança que sofreu desamor de qualquer forma, mas sim ao afastamento da alma daquele Ser. Em geral, as primeiras partes que se afastam, são as qualidades de autoconfiança e no seu lugar ficam os medos aprendidos, de fé em si mesmo, ficando a dependência, a sensação de incompetência, e assim por diante. E detectam está ausência, pelo “vazio” no peito. Na alquimia, denominamos este caminho como despertar do salino em nós, que devido a linguagem simbólica, ativa em nós, pessoas ainda comuns, processos ligados ao corpo mental concreto, busca compreender suas estratégias, mecanismos, e assim nossa consciência fica aprisionada nos processos mentais, sob controle do Ego mundano, que não nós permite o sentir. Grupos ligados as tradições orientais, o chama como caminho do coração, passando portanto pela cura dos corpos emocional-afetivo, como mecanismo de acesso a alma. Como nosso aprendizado sobre o que é amor, passa pelas experiências humanas, onde ainda somos aprendizes no campo emocional, vivenciamos um amor distorcido pelas nossas ilusões, pelas de raiva e culpa de nossas expectativas frustradas, magoas por não nos adequarmos as expectativas alheias, ou seja, temos a experiência do não amor, dos jogos de posse, de domínio-submissão, manipulação. Não temos em nós a experiência do amor verdadeiro e incondicional- sempre nos relacionamentos existem expectativas e julgamentos, pois somos assim, em nosso mundo interno, movidos pelo “esperar”. Esta experiência que gerou decepções, nós fez aos poucos gerar armaduras de defesa de nossa integridade, fechamos nossa sensibilidade, pois amar é perigoso, fere, podendo até nós levar a negar a vida em nós. Ficamos insensíveis, pois assumimos uma crença de Proteção SENTIR NÃO É SEGURO, e apesar de desejarmos ardentemente amar e sermos amados, bloqueamos os chacras de sentimentos cardíaco-tímico, no máximo nós permitimos as emoções do chacra umbilical, pois isto nos permite a percepção de estarmos vivos, e porque o sentir fome está ligado as necessidades do sistema de defesa da sobrevivência do corpo. Não conhecemos, ou não nos permitimos o amor entrega, sem julgamentos ou expectativas, sem querer mudar o outro, espontâneo, acolhedor, empático, fraterno e todas as formas de Sentir provenientes da presença da alma em nós. Nos caminhos, onde a mente assume o controle da experiência humana, acaba bloqueando em nós aquilo que nós torna humanos, a capacidade de percepção com consciência e guiar o que sentimos, e nós fechamos emocionalmente, para não nos sentirmos mal, seja com nós mesmos, ou com a opressão do ambiente. Neste processo enclausuramos nossa alma, pois optamos pelos caminhos que nosso intelecto pensa controlar. E como um passarinho selvagem aprisionado, ele perde o brilho, pois já não é mais livre, e a vida perde o gosto, o prazer, a naturalidade, até nós levar à morte , mesmo mantendo nossa funcionalidade, tornamo-nos sonâmbulos, zumbis, movidos apenas pelos condicionamentos, ou seja apenas a parte animal em nós sobrevive, mas o humano em nós, a presença da alma, com sua guiança sabia e confiável, vitalidade, o Criador em nós se recolhe e se afasta( gera sensação de morte em vida), deixando nós perdidos. Descartes se engano ao afirmar: Penso, Logo Existo. Na realidade seria melhor dito: SINTO, LOGO EXISTO. Um computador pensa mais velozmente que nós, mas não sente, pois não tem alma. Existe uma forma muito simples de ativarmos nosso cardíaco, bastando convidar a alma a morar nele, e deixa-la livre para ser o que é, e nós tornar aquilo que fomos creados para ser. Simples, porque temos em nós a sensação, a vivencia de viver com a plenitude da alma em nós, lembrança que traz consigo alegrias da melhor fase de nossa vida, quando estávamos nós descobrindo e ao ambiente. Foi a alma quem nós conduziu nas primeiras explorações do mundo, confiantes que podíamos engatinhar, andar, sem conhecer o medo, dava a coragem de experienciar de tudo, para gerar referencias futuras do que gostamos e do que não apreciamos. Ela era a sede de nossos sensos de coragem, esperteza, que movia- nos de atividade em atividade naturalmente, nela mora nosso temperamento. Éramos espontâneos, puros, autênticos, sem mascaras: Éramos quem éramos, sem nenhuma vergonha nem orgulho, expressávamos nosso temperamento- apenas estávamos vivos, manifestos em uma grande aventura, sem ontem nem amanhã. Na adolescência, a alma traz uma nova aspectação, o da rebeldia, a capacidade de experienciar o livre arbítrio, a nós permitir a discordar do “status quo” que havia sido nos apresentado até então. Nesta ela se mostra firme, convicta, e eficaz nas escolhas, nas convicções, se decide que um caminho é justo e serve para ela, nós dá a força para conquistar o objetivo, por mais impossível que aparentasse ser para a mente logica. Ela demostrava ser capaz de fazer milagres, seu poder de guiança, sua sabedoria ao traçar a teia de nossa vida, bela, fluídica. Ela nós forneceu a estrutura para obtermos nossa independência mental, psíquica, intelectual e financeira. A alma foi nosso amparo e guia seguro no processo de individuação, que nós fez diferenciarmo-nos de nossos pais, dos modelos apresentados, imprimindo nossa Unicidade perante o Universo. Mas em algum momento, assumimos a máscara do adulto: responsável, serio, com juízo :e nasce ai nosso juiz, passamos a avaliar as coisas como boas e ruins, tendo como referência o modelo sociocultural, negando os sensos da alma. O senso comum, baseado no médio crer, ou seja na mediocridade nós afastou da alma, a aprisionou, e a “matamos” como nosso guia seguro. O Falso ego, a mente passa a assumir o controle de nossa vida, e com todas suas limitações derivadas de sua ignorância, nós conduz de modo errático – penetramos no mundo do sofrimento, nesta escolha passamos a viver o arquétipo do anjo decaido- fomos expulsos do paraíso, que é a integridade, a presença da alma. Então nós nos desencantamos com a vida, e podemos desenvolver problemas de coração, pois perdemos o amor e significado pela vida. A síndrome do pânico, as fobias se desenvolvem quando a alma está ausente, ou perdemos partes importantes dela, qualidades fundamentais. Se traímos nossa alma, seremos traídos pelo mundo porque temos esta energia em nós atraindo pela afinidade situações. Se desvalorizamos nossa alma, nosso sentir, nossos sensos, o valor proveniente do mundo (fluxo de dinheiro) se retraia ao mínimo que garanta a sobrevivência, até que decidamos viver novamente pela alma, e não mais pelo senso comum, pela vida medíocre, sem “sabor”. O Sentir da alma é muito diferente do senso comum- ela conhece as infinitas possibilidades e escolhe a melhor para nós a cada momento, nós traz os recursos e os estímulos, com ela, não há mais separação entre nós e o ambiente, com os demais seres, é única, expansora, libertadora, fluídica. A alma é o próprio fluxo da vida, ela se multiplica e diversifica, agente de transmutação, no que ela toca. É ela que abre o caminho a nossa frente e se revela, bela, como um anjo na nossa vida. Nela vivemos no estado de felicidade. Sem a alma vivemos no inferno, submetidos e infelizes, com um vazio no peito, solitários, pois não a temos para nós acolher. Ela é a sede de nossos anseios…se perdemos nossos anseios, o que dá significado a nossa vida, nós nos sentimos vazios e ansiosos. Nela, nossos anseios se realizam. Ela que é a razão de nossa vida, ela quem tem anseios para realizar, os recursos, os modos. Com ela podemos nós mudar e mudar tudo à nossa volta, simples e naturalmente, ela que nós ensinou a desenvolver os potenciais desejados. Voltar a viver na alma é o único caminho para nos tornarmos felizes, plenos, realizados, ao manifesta-la no dia a dia, no simples fato de tomar banho com a presença da alma, o café da manhã modifica seu sabor, pois a vida passar a ter prazeres, significado. Pois a alma é nossa mensageira, o Hermes em nós, aquele que é capaz de estar em contato com nossos corpos de manifestação, em cada célula, em cada átomo, e ao mesmo tempo, com nossa parte eterna, que viaja a velocidade da luz, não sujeita a materialidade. E também navega em todas nossas dimensões, em nosso passado e futuro, tal como um elétron, que está em um lugar, ou em outro, em ambos, ou em nenhum. Ela é a intermediaria entre o potencial infinito do Creador em nós, e o potencial que nossos corpos são capazes de tolerar sem degeneração. É um filtro que age em ambos sentidos, selecionador, onde moram todos nossos sensos, valores de alma, sabedoria, pureza, nosso modelo de melhor. Ela pode buscar o recurso correto, na medida correta, no momento certo, fechar as portas que não fazem parte de nosso caminho, mas também pode escancarar a porta onde devemos entrar. Nas infinitas possibilidades, ela sempre nós indica o caminho correto para nós. Nela não há medo, pois ela não pode ser atingida pelo que vem do mundo terreno- nós não podemos corrompe-la, ela se recolhe, mas ela pode nós influenciar e modificar positivamente. Podemos apenas comandar nossas forças anímicas. Como dizia Paracelso, na Chave da Alquimia, a entidade superior (vibratoriamente, de maior potencial desperto) é capaz de curar a inferior, mas a inferior, não tem o poder de afetar negativamente a superior. E a entidade que nós retira do estado de funcionalidade, é uma entidade do veneno, ou seja, nossas mascaras nós são toxicas, porque fazem a alma se retrair e nós abandonar. Com ela presente, obtemos a uni ciência e onipresença de nosso espirito, pois ela é capaz de nós alinhar instantaneamente com nosso centro, com a vontade de nossos Espirito, e com a vitalidade do Creador em nós. Ela que nós mantem no equilíbrio dinâmico perfeito para nós, e nós move pela vida, de forma perfeita. Nelas recuperamos o nosso poder, que havíamos dado ao mundo, e é nela que podemos despertar a capacidade de amar incondicionalmente. É na presença da alma, que voltamos anos sentir acolhidos, protegidos, nutridos, plenos, saudáveis, com uma sabedoria que a mente reverencia. É no alinhamento dos corpos manifestos, alma, espirito e centelha em nós que nós sincronizamos e passamos a vibrar nossa música pessoal, harmônica e bela, que é nosso verdadeiro Ser se manifestando. E neste momento, tudo que é tocado por esta “musica” se cura, pois é da alma a capacidade de nós curar, da regeneração, da alquimia interior em todos nosso níveis e dimensões. Exercícios: A - Use o poder de imaginação do corpo mental abstrato e crie um cenário, onde você se SINTA cada vez melhor a teu respeito. Silencie sua mente, não deixe ela controlar o processo. Você melhor em todos aspectos, puxando utilizando a capacidade do pensamento se tornar real e gerar sensações, para entrar no Estado Vibratório do Melhor, o SEU melhor e observe sua bioenergética alterando, conforme a alma venha se aproximando, pois está é uma qualidade, um senso dela. Se no início for difícil se visualizar no melhor e sentir, vá buscar na memória dias e situações onde você se sentiu o máximo, vitorioso, feliz, pleno ou seja os melhores estados, onde a alma se manifestou. B - Vá revisitar os momentos da infância, da adolescência, onde você vivia com a alma, antes de assumir o papel social do “adulto”. Veja como você era, e como se sentia. Que qualidades tinha? Fata alguma hoje em você? Peça a ela para despertar em você novamente a qualidade, e se veja se tornando a que tinha esta qualidade. A emoção nunca está no passado, mesmo que seja uma memória, para o corpo ela é o Presente, a presença do estado, que ele sabe replicar, uma vez que é conhecido e nós coloca no melhor. C - Use este estado de alma, para sobrepor sobre alguma magoa, esta emoção, regravando sua “memoria”. D – Busque neste estado, quais eram seus anseios no passado, e quando você viveu nela, ouvindo a alma, e não pessoas externas, como foi teu caminhar? Que habilidades desenvolveu? Ela é de confiança? Aconteceram milagres, pessoas surgiram do nada só para te ajudar, o que parecia impossível no senso comum se realizou? E como foi quando você viveu pelo” juízo” de adulto? As coisas fluíam tão bem, sua confiança era a mesma, ou teve medos de agir? Perceba a diferença no seu corpo depois de ficar alguns minutos neste Espaço Existencial, observe como o ambiente perde poder quando incorporarmos nossa alma. Perceba a mudança em cada célula, na postura do corpo, no retorno do poder pessoal.... Este exercício deve ser repetido o mais que for possível, em várias situações, até que a alma se torne nossa melhor companheira, inseparável novamente. E - Após conseguir sentir a presença da alma em você, comece uma “conversa” com ela. Pergunte o que ela quer fazer por você, e o que você precisa fazer para que ela viva com você. Se tiver uma decisão difícil a tomar, pare uns segundos, visite este estado e pergunte o que ela deseja que você faça...dê espaço para que ela te guie... Não consegue lidar com uma situação, entregue para ela resolver...e confie nela. Tenha paciência, e espere. Aprenda como se comunicar com ela, e abra espaço para que ela converse com você, afinal, ela é você. F – Depois destes treinos, podemos visualizar o mover de: como eram as pessoas que viveram com a alma, e como a vida deles se manifestou e modificou a Humanidade. Como Gandhi, libertou um país só sendo ele mesmo. Em que estado consciencial, vibratório estavam Einstein, Tesla, Santos Dumont, Leonardo da Vinci quando criaram suas obras? Era vivendo no senso comum, ou na plenitude de sua alma? Eles tinham a pretensão de realizar algo, ou para eles era natural faze-lo, se surpreendiam com seus trabalhos? Veja que uma das qualidades/ dons da presença da alma em nós é a Genialidade, a criatividade original, inédita, a capacidade de canalizar ideias e conceitos capazes de curar a Humanidade.

Papel da Alma no Caminho do Coração

Todos sabemos que o caminho do coração, da fraternidade, igualdade, solidariedade são um objetivo de quem é espiritualista. Entre ter este conhecimento e viver isto, existe um vácuo enorme. Surge a pergunta: Como viver de modo amoroso? Como em cada ação se buscar o caminho do meio? Fomos condicionados a pensar em tudo, discernir usando linhas de raciocínio, fazendo julgamentos do que é bom e o que não, em um mundo polar, onde existe certo e errado. Nossa mente foi acostumada a guiar cada passo nosso, a controlar nossa vida, nós manter presos as formatações, ao comportamento. Geramos no convívio uma serie de valores, crenças, que são a base de nossa identidade, o ego funcional que utilizamos para lidar com o mundo. Esta exposição, criou caminhos neuronais no cérebro, que para economizar energia, compara os inputs recebidos, e por generalização, seguem padrões de fluxo, que gera padrões de comportamento. É gerado uma resposta padrão para cada tipo de situação, e quando nós falhamos, ou nós machucamos, é gerada uma estagnação, uma proteção do sistema de integridade, que nós impede de repetir a ação. Estes mecanismos se tornam inconscientes, ou seja, se tornam autônomos, se não houver a intervenção da consciência e do discernimento. Desta forma, nossa mente passa a interpretar o mundo a nossa volta, através das percepções, que são sentidas pelos órgãos, enviadas ao cérebro como impulsos eletroquímicos e decodificados de acordo com os caminhos neuronais pré criados. Assim, tendemos a interpretar uma sensação, uma visão de um fato, sempre da mesma forma. Como nosso cérebro não é capaz de trazer a consciência, tudo que ele registra, nossa mente também aprende a selecionar o que aflora pelo grau de importância que damos, e deixando arquivado aquilo que afirmamos não ser de importância para nós, do que não consideramos real, ou pode nós ferir, gerar emoções desagradáveis. De acordo com nossos valores e crenças, geramos nosso código de leis interno, sob total domínio do ego, da mente, e delegamos todo nosso viver para o processo mental. Porém, a interpretação que a mente dá as coisas são relativas, apenas pontos de vista, ou seja não é real, apenas uma tentativa de interpretação. Existe um fato real, mas são infinitas as possibilidades de interpretação, de acordo com nossa postura interna, muitas vezes inconsciente. Portanto, a mente, mente, o que ela nós traz é uma impressão, polarizada, derivada dos condicionamentos, caminhos neuronais, do comportamento. E é por isto, que decisões tomadas pela mente, podem ser cheias de imperfeições, de distorções, e podem gerar muitas falhas, o discernimento é limitado pelos pontos de vista que somos capazes de ter. A mente, está ligada com o corpo mental concreto, e ao processo mercurial. Ela tende a nós encantar pelas artimanhas que é capaz, pelos seus processos de lidar com a informação e gerar conhecimento. A capacidade de imaginação, visualização, levantar possibilidades, dramatização são enormes, e somos absorvidos por este processo e nós perdemos no mesmo. Para a mente, nosso processo de vida é pela tentativa e erro, onde podemos mais errar do que acertar, mais nós machucar, nós decepcionar do que vencer. Para os grupos orientais, a mente não se localiza no cérebro, na cabeça e sim no peito, no complexo de chacras cardiaco-timico- umeral. Como o chacra umeral nós traz a ligação ao Espirito, situado além do tempo espaço, temos um modelo ordenador de nossos processos dos corpos manifestos na matéria, que é a alma. Ela tem fluxo livre entre si, o espirito e a fonte vital em nós. Mas nossa mente condicionada é um bloqueio, que gera a estagnação, e não recebemos o fluxo de sabedoria, a consciência que vem dos corpos budico, atmico, e ficamos isolados, apenas temos a mente para nós servir de guia, e nós tornamo-nos escravos de nossos processos de pensamento. E como o pensamento movimenta energia e causa sensações em nosso corpo, temos sentimentos provocados pela mente: Sentir+ Mente= sentimentalismos. Dentre eles estão o orgulho, a vaidade, magoas, percepção de desvalor, e todas sensações negativante, pois não nós enquadramos com a idealização que criamos de quem devemos ser. Porém, quando aprende-se a controlar nossa mente e não mais sermos controlados por ela, a utiliza-la como ferramenta de ação, de forma clara, lucida, apenas como apoio dos processos que vem da alma, podemos falhar menos. A alma por ter acesso a nossa verdadeira essência, consegue prever todas as infinitas possibilidades que se apresentam a nossa frente, mobilizar os recursos necessários, para gerar uma realidade adequada a ela. Ela, possui todos os sensos que podem nós nortear, o de justiça, de beleza, de estética, fraternidade, e todas qualidades que valorizam o ser. Ela é a fonte das intuições precisas, que quando consultadas e seguidas, só trarão a possibilidade do acerto, da vitória, do realizar, do fluxo da vida, pois o amor incondicional é seu mover. Amor que nasce na mente, é de posse, requer reconhecimento, retribuição, trocas de domínio-submissão, papeis determinados, quando o exterior é nossa referência de realidade…onde nascem os conflitos... O Amor que a alma sente, não pode ser explicado, colocado em ideias, explicado, apenas é. Não espera nada, não precisa possuir, basta sentir. Não é sentimentalismo, mas sentimento verdadeiro e eterno. Quando a alma ama, não se decepciona, pois nada espera, não tem expectativas, apenas ama e este sentimento é incondicional. A alma é portanto nosso guia melhor, pois tem toda sabedoria que amealhamos por todas nossas vidas, e além, a fonte divina, aos registros akascicos, à eternidade.... E em menos que um segundo, quando consultada, traz a resposta precisa para que a mente compreenda, e gerencie a ação. O Universo é único, se move e renova, não tem regras. Cada fato é diferente, e uma interpretação, ação única, portanto os caminhos neuronais cristalizados não conseguem ter esta velocidade de reação. A alma tem reação imediata, para não dizer, preventiva, e se comunica na forma de intuição, de instinto, e é precisa, como o computador mais veloz que podemos imaginar, pois processa e discerne a velocidade da luz. E melhor, a alma mobiliza todo nosso magnetismo para gerar a realidade que lhe convém, quando ela está livre para agir. Como discernimos, pela mente ou pela alma é opcional. Portanto errar é opcional, pois é decidir pela mente. Discernir perguntando ao peito, na conexão da alma, é certeza de melhor agir. A alma pode agir por dois caminhos: - quando estamos com cardíaco aberto, soltos, o fluxo vem naturalmente e milagres podem acontecer. - quando a cabeça está no controle, os condicionamentos entram em ação, as possibilidades são reduzidas, e o erro possível. A mente não ligada a alma, observa um mundo idealizado, polarizado, onde existe a possibilidade de perda e ganho. A mente ligada a alma, se torna funcional, serve ao espirito, possui ação mental direcionada, e ao ouvi-la não mais nós machucamos. Seguir a alma é seguro, pois ela nos assegura sempre a melhor possibilidade. A vontade que vem da alma é legitima, flui fácil, o fazer se torna gostoso. Ela é sabia, em seus sensos, se abre para as pessoas boas, e se fecha as pessoas que lhe podem ferir. Sem motivos, sem pensar, apenas sente atração ou gera repulsão. A alma se recolhe quando a mente não permite ela se manifestar, e gera armaduras para aprisiona-la. Ela não aceita ser aprisionada. A alma gera estados- quando ela gosta de nossa ação, traz um bem estar; mas quando agimos pela mente, a desvalorizamos, nós nos sentimos mal. Este é sua forma de nós guiar- nós sentirmos bem, livres, felizes, é sinal que estamos vivendo pela guiança da alma, se nós sentimos angustiados, ansiosos, pressionados, a mente assumiu o controle e busca nós formatar. Viver na alma é viver pelo temperamento, viver na mente é se adequar ao comportamento. Ser feliz é unir em um só fluxo temperamento e comportamento, ser honesto consigo mesmo, permitir que a verdadeira essência que somos, se manifeste em plenitude Ao seguir a mente, nós nos desvalorizamos, negamos nossa sabedoria, o fluxo da alma, e nossa prosperidade se fecha, pois estamos no desvalor. Ao buscarmos quebrar o condicionamento, voltando nossa atenção ao peito, a cada questão de nossa vida, e pedirmos a alma nós indicar o caminho, nós intuir, estamos nos valorizando, então a prosperidade em todos os sentidos se manifestam. A fé na mente, a crença em suas limitações, em reduzidas possibilidades, falta de recursos, gera realidade de acordo com esta negação do Ser em nós. A fé colocada na alma, no fluxo positivo, construtivo de amor incondicional, nós valoriza, e ela irá plasmar uma realidade que nós pode surpreender. Quando a alma está presente, nenhuma obsessão pode se aproximar, pois por ela flui nossa luz divina. A obscuridade só existe para que nega sua alma, pois a própria mente, processos mentais se tornam a maior fonte de obsessão. Exercício: Quando se está angustiado com um problema, podemos nós isolar, pelo foco na respiração, acalmar a mente, aquietando-a, e entrar em estado meditativo, ou seja, de amplificação da consciência, e então centrar a atenção na alma, e lançar a questão e se permitir a ouvi-la, e seguir sua guiança. Com o treino, a conexão fortalecida, cada vez sua “voz” será mais percebida, e ficará mais fácil se guiar pela alma, e não pela mente. Nosso sistema perceberá que toda questão deve ser levada ao discernimento da alma, e não mais os caminhos neuronais agirão de forma autônomas, nós nos tornamos mais lúcidos. Com isto, estaremos vivendo cada vez mais de uma forma mais salina, ou seja pela presença da alma, do espirito, da essência em nós.