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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Energias como Indignação, não aceitação da realidade, implicância (exacerbação no Fogo) como causa de doenças.

Na nossa sociedade, temos a tendência de acionarmos a energia de indignação como sendo algo positivo, desejável até, como sendo o não estar conformado com determinada situação, pois CREMOS que ela deveria ser diferente.

Ficamos indignados com o governo, com o transito, com tudo que não nos cause conforto, não atenda nossas expectativas, e entramos em um campo vibracional do inconsciente coletivo dos indignados – nossa indignação se liga e soma, sendo amplificada pela energética da hologpensene (conjunto de vibrações semelhantes de formas pensamentos, carregadas de emoção (ectoplasma e magnetismo), que nos aprisiona.

Mas o que é Ser Indignado?
A palavra é formada de 3 partes: In= não+digno+ação, ou seja, significa a existência de uma ação não digna.
E o que é realizar uma ação não digna? E o que é ação digna?
O que é Dignidade, e quais seus sintomas?

Vamos ao dicionário:
Dignidade: Característica ou particularidade de quem é digno; atributo moral que incita respeito; autoridade. Maneira de se comportar que incita respeito; majestade. Atributo do que é grande; nobre. Ação de respeitar os próprios valores; amor-próprio ou decência.

Indignidade: Baixeza, vileza: cometer uma indignidade. Injúria, afronta. abjeção, aviltamento, baixeza, infâmia, rebaixamento e vileza

A dignidade, o respeito, a consideração a si mesmo e aos outros, a fraternidade, amor próprio são características que se originam em uma estancia superior ao falso ego/persona. Um rei pode ter realeza, mas não ter ações dignas....

A dignidade é um dom da alma, faz parte de seus sensos natos, é um temperamento, um modo de agir que mantém a integridade do Ser, se apoia em valores espirituais. E apenas um Ser que conhece e cultiva em si mesmo a dignidade, pode reconhecer a dignidade do próximo e honra-la.

Mas em geral conhecemos e sabemos reconhecer a sua não existência, e vibramos na negatividade da mesma, na indignidade.... É nossa dignidade tentando se projetar no mundo externo para ser percebida e resgatada. E quanto mais nos incomoda as ações das pessoas, mais indignados ficamos, mais a nossa dignidade está lutando para florescer.

É um poder que está invertido...sai ao mundo e nos agredi, para que mudemos nosso comportamento. Um Poder Espiritual, de Alma, um recurso para vivermos bem.
E quem inverteu este dom, este poder, que ele vem atuar contra nós?

Nosso orgulho, vaidade, as pretensões, as expectativas, as ilusões, a negação de aceitar a realidade tal como ela é (incorformação- ação de não estar conforme- conformado- com a forma de...), ou seja, as distorções causadas pela nossa identificação com o falso/ego, com aquilo que não somos.
Portanto, podemos resumir: Dignidade vem da alma, indignidade do Ego/Persona
Mas o que aciona em nós a Atitude de Indignação?
Percebemos algo no mundo exterior, na ação de uma pessoa, ou um grupo, que Não está CONFORME aquilo que ACREDITAMOS ser o CORRETO.
Ou seja, DISTO daquilo que desejaríamos que fosse a realidade.
Ou seja, o que é real, de fato está acontecendo não corresponde a nossa idealização, as nossas ideias sobre certo tema.  

Existe uma Não conformidade entre Real e Aquilo que nos AGRADA.
Uma forma de percebemos que não estamos com ambos os pés ancorados na realidade é o uso do tempo verbal do pretérito imperfeito…gostaria, queria, devia ser.…todos indicam a nossa não aceitação de algo real que está à frente de nossos olhos....

Percebo, mas não aceito – Entro em indignação. Há um CONFRONTO REAL vs IDEAL.
E esta mobiliza uma energia muito forte de raiva, a qual MODIFCA todo nosso organismo…é o fogo que sobe solto, sem controle, é adrenalina nos inundando, todos os hormônios entram em atitude de defesa (fuga-confronto-fingir de morto (omissão).

A Indignificação é, portanto, uma ENTIDADE do VENENO, que envenena todo nosso organismo, o corrói, corrompe nosso equilíbrio dinâmico, nos retira de nosso centro, e ao desencaixarmos saímos de nosso melhor, e entramos na vibração de nosso pior…e o preço pago é atrairmos o pior do alvo da indignificação, pois ele será reativo, pela lei da atração dos semelhantes, iremos atrair agressão, caos, e contaminaremos todo o ambiente a nosso redor com VENENO.
Podemos observar ambientes que por serem espiritualistas, voltados a cura, que por vocação, deveriam ser Solo Sagrado, plenos de paz, ordem, esperança, energias curativas, onde apenas por adentrarmos nele, já nos sentíssemos melhor, se tornam extremamente caóticos, danosos, densos, se apenas uma única pessoa entrar no movimento de indignação- Ela inunda o ambiente do fogo exacerbado, como se colocasse todo seu desequilíbrio emocional, um suro sulfúrico ígneo, em um balde, e o jogasse na cabeça daquele que é alvo de sua indignação. E este veneno é espargido sobre todos no ambiente....
Todos nós temos fases onde temos uma energia ígnea maior, um impulso de ação mais intenso, mas se não tivermos autoconhecimento adequado, ao não percebermos que temos mais vitalidade buscando vazão, nos tornaremos verdadeiras panelas de pressão, prestes a explodir a qualquer coisa que nos incomode...
Quem se conhece, tem autodomínio (que é diferente de controle, que é tentar sufocar a expressão da força, jogando a debaixo do tapete), irá reconhecer que seu fogo está a mais, e irá direcionar esta energia para alguma ação positiva, acompanhando – a, lucido.

Em geral, o homem, mais sulfúrico, encontrara rápido alivio fazendo atividades de desgaste físico, seja em academia, jogando futebol ou outro esporte que lhe dê mais terra... a mulher poderá gastar está vitalidade extra, seja em atividades físicas (Terra), caminhando, ou algo que traga em conjunto a ativação de sua parte mercurial, sua criatividade (agua, ar).
Vamos lembrar que excesso de fogo, em uma pessoa que já é rígida (terra em desequilíbrio), que não sabe se adaptar, não tem jogo de cintura, sente pânico ao sair da zona de conforto, se tornará agressiva ao extremo, pois não terá discernimento do ar, será uma rocha problemática, que impede o fluxo da bioenergética interna, o que gera doenças graves.

Um dos responsáveis mais comuns deste excesso de energia ígnea, é o sedentarismo, pessoas que sempre fazem as mesmas coisas, nunca saem de sua zona de conforto, chegando a ter vidas mais reclusas...em pessoas que eram extremamente ativas, realizadoras, que perderam o emprego e não sabem redirecionar esta energia antes gasta na vida profissional...e a frustação profunda, o ódio, são consequências desta indignação, da não aceitação da realidade tal como ela é.
Uma forma de lidar melhor com a REALIDADE é ter CORAGEM de encara-la tal como ela é, como ela pode ser no atual momento, e sermos capazes de DESAPEGAR de nossas IDEALIZAÇÕES. Se permitir a ver a realidade tal como ela se apresenta, pedindo ao Discernimento, a Consciência do Ar levar os véus de Maya para longe e para a agua dissolver nossas ilusões, e a terra nos ancorando na vida tal como ela se apresente.

Mas a indignação também tem uma função positiva, pois sem esta energia de impulso, de raiva, de não conformação a uma atitude, situação, ao gerar em nós uma atitude de dignificação de nós mesmos, discutirmos conosco mesmos nossas relações, o propósito de nossa vida, nosso caminho, refletirmos e mudarmos aquilo que não está adequado.
A indignação não deve ser contra algo externo, algo que não se adequa ao nosso desejo, mas deve ser UMA ATITUDE INTERNA, de reflexão:
Onde não consigo me adequar, me adaptar à realidade externa? Qual é mina inabilidade? O que não aceito de forma nenhuma, que me revolta quando vejo?

Se mexe conosco internamente, mobiliza energias, é porque temos a mesma energética como negócio inacabado dentro de nós. Se não tivermos o link em desequilíbrio, o fato externo não nos tiraria do equilíbrio- perceberíamos, mas não nos impressionaríamos, não absorveríamos...O QUE NOS PERTURBA TEM A VER CONOSCO (Internamente).
No início comentamos que DIGNIDADE é dom da alma, e se fomos perturbados, saímos de nosso encaixe, perdemos a conexão com a nossa alma, e, portanto, com a sabedoria de nosso espirito- Ficamos sós, perdidos, a mercê das holopensenes...

Mas retornar a alma não é simples...a dignidade só se apresenta a quem não se submete a ninguém, não tem atitudes servis, a quem não rasteja mendigando migalhas de reconhecimento, de carinho....
Quem é digno, se dignifica assume seu valor, seu poder interno, tem domínio de seu campo áurico, não permitindo que holopensenes negativantes o invadam, portanto está lucido, atento a si mesmo o tempo todo....

Ser digno é ser humilde e não se comparar a ninguém, ser que verdadeiramente se é, nem mais, nem menos, apenas original, único, diferente...Ser o Deus dentro de seu próprio Universo...o que só se consegue encaixados, alinhados com a alma e espirito.... Iguais em equanimidade, valiosos perante Éfeso exatamente pela nossa unicidade….
Trocas equivalentes, compartilhar, contribuir, multiplicar, honrar, abençoar, agraciar, gratidão, empatia, consideração, respeito ao outro como um igual, amorosidade são dons da alma, são Naturais nossas.
O que não é natural a negação de quem somos em essência, para nos formatar em modelos socialmente aceitos, trocando nossa liberdade pela prisão de comodidades, de migalhas de consideração, de respeito, de acolhimento...é por força do habito social, querermos competir e sempre levar vantagem sobre o outro, ser o mais “esperto”, se aproveitando da amorosidade de outras pessoas, e buscar as submeter.

Quando vivemos pelo falso ego, temos alguns mecanismos que nos distraem>
O da Transferência, existe quando para não assumirmos nossa autoresposabilidade pelas nossas inabilidades e limitações ( pois não as aceitamos em nós, as negamos),responsabilizamos os outros pela nossa infelicidade, principalmente as pessoas de quem gostamos, pois para “comprar” o afeto, a aceitação delas, deixamos nosso posto de dignidade e nós fizemos de pequenos, infantis, incapazes....nos submetemos a eles, e lhes demos de bandeja nosso poder, e ai ficamos indignados com os mesmos...e esquecemos que fomos nós que não tomamos conta do nosso poder, ou seja, tivemos uma atitude não digna conosco mesmos.

Porém o pior é o da compensação, ao nos rebaixarmos, nos submetermos, a nos sentirmos pequenos, inferiorizados, criamos uma armadura de fortes, firmes e decididos, de quem sabe o que é certo e errado, e que nada que coloque em dúvida está falsa fortaleça é admitido....e se surgir algo na realidade que nos faça perceber a fragilidade, ou ela ameace a se expor ao mundo, tendemos a deixar que a Indignação que sobe explodir sobre quem pode nos expor...tentamos manter o controle do ambiente, das pessoas, as limitando, impedindo que ela se expressem, que se manifestem, as vezes até as mandando calar a boca, tentando reduzi-las a nada, apenas para se sentir poderoso...aquele que precisa dominar a realidade para a adequar  as suas ilusões egoicas, na realidade é uma pessoa extremamente frágil, sem poder.....humilha para não se sentir humilhado...fere para não se sentir ferido...pratica bulling, sempre diminui a todos a sua volta.... Mas faz isto em nome da Indignação, como se fosse algo nobre, positivo...afinal ele apenas está ajustando a realidade a suas ideias, que são as mais corretas possíveis....
É claro que podemos e devemos agir em um ambiente onde existe caos, não é funcional, buscando faze-lo evoluir, mas não por imposição, submetendo os demais, mas sim pelas ações que dignificam, que valorizam a ação, de reconhecimento, de respeito ao direito do outro ser quem é e ter o seu jeito de fazer as coisas, a consideração pelas suas inabilidades, e limites, ajudando-o a desenvolver-se, levando-o a evoluir.

É elogiando, não criticando... é valorizando e não desconsiderando...é ter maturidade para receber alguma indicação de algum ato não digno que estamos realizando, que por condicionamento, por ser culturalmente aceito, nem nos apercebemos de que não era digno nem de nós, muito menos ser realizado sobre outra pessoa, quando realizamos um ato na inocência, no egoísmo que desconsiderou o respeito ao direito do outro, a falta de consideração.
Mas vamos ao aspecto menos nobre da indignação: a implicância.     
Uma indignação lucida, sob domínio, pode ser libertadora, transformadora e evolutiva.

Mas crescemos sendo formatados pelas críticas, e criticar se tornou habito, ou melhor, um vício condicionado…quando a gente percebe já criticamos o ato de alguém…mas na realidade a energia por traz desta crítica é a da indignação: a pessoa não está agindo, nem sendo quem eu ACHO que ele deveria ser, PARA ME FAZER FELIZ, CONFORTAVEL....
Não é lucido, é um incomodo expresso, na compensação: Se você não é como eu quero – não te amo, não te dou XXXXX...as barganhas egoicas....ou você se submete ao meu modelo, ou você não me agrada....e o pior, são decretos do tipo : Só serei feliz quando você estiver feliz ( típico entre pais e filhos) e...e ai, oprimimos ao outro para o modelo que nós achamos que ele vá ser feliz...mas ele só poderá ser feliz se for do jeito dele....é uma cruz muito grande para ser imposta sobre os ombros alheios...ele ser responsável por nossa felicidade ( e não nós mesmos).

Atrás da indignação, das críticas, existem um vício verbal, uma forma autônoma, que tem vida própria, uma ameba que sempre estão proliferando em nosso laríngeo, com o comando de diminuir ao outro, para que nós nos sintamos poderosos, e que tentemos manter a realidade sob controle, preservando a todo custo nossa zona de conforto (mesmo que esta seja desconfortável, pequena, de escravidão, preferimos a segurança da gaiola, do que a liberdade de voarmos) …estamos sempre sendo IMPLICANTES....
Implicamos sem motivo, tudo e todos são objetos de implicância…nosso modo de pensar é implicante....

Implicar significa se ligar, se impressionar, absorver, e se incomodar...e reagir contra uma possível invasão, invadindo o outro antes....
Cada Ser recebeu do Creador o Livre arbítrio, o direito de escolher onde se coloca, no que crê, no seu ritmo evolutivo, nas suas priorizações…mas você já se perguntou:

SE TENHO LIVRE ARBITRIO, TENHO LIBERDADE DE ESCOLHAS?
Estranho separar os dois itens? Aparentemente falam da mesma coisa....

Mas não são…não temos liberdade de escolhas, pois nós mesmos nos limitamos...na nossa zona de conforto, na nossa ignorância...quanto menos a consciência sobre si mesmo, menor a liberdade de probabilidades disponíveis para escolhermos qual é a melhor para nós....
Os sonâmbulos, vivem sem praticar sua liberdade de escolha, se deixam carregar pelo meio opressivo, se colocando como vítimas, injustiçados....e preferem a dependência, serem conduzidos sem fazer o uso de seu livre arbítrio, sendo uma “marionete”  de alguém que tenha mais poder ( ou seja, nós nos colocamos em uma atitude não digna conosco mesmos, de submissão), ou seja nosso marionetes de nossa mente descontrolada, das emoções sem domínio, da nossa ignorância, de nossa falta de maturidade, de lucidez.

Uma criança pequena pode ter o desejo de fazer uso de seu livre arbítrio, mas por seu próprio bem, limitados o campo de ação de suas escolhas ao que é seguro para lá. Nunca daríamos a ela gasolina e um fosforo, pois, a maior probabilidade seria dela se queimar...ela não tem maturidade, vivencia suficiente para lidar de forma segura, evolutiva, e deve ser protegida dela mesma...
Mas temos a tendência de não respeitarmos o livre arbítrio, a capacidade e liberdade dos demais em fazer suas escolhas....parece que apenas o nosso modo de ver a vida é o correto....pode até ser, mas ele só serve par nós, e quem deseja conviver em grupo precisa aprender a ser tolerante, a deixar que os demais também participem das escolhas, não apenas se submetam....mas nossa falta de capacidade amorosa, nosso egoísmo, utiliza a IMPLICANCIA como ferramenta de controle, de poder de domínio e submissão do outro. As vezes nos aproveitamos do poder e responsabilidades que alguém delegou a nós, para ativar este mecanismo....

E aí, alguém age de forma diversa do que faríamos....
Lá vamos nós implicando com ele, com ação que não dignificam o ser, o criticando em público, o desvalorizando, e começamos a implicar com ele constantemente…e sem percebermos a implicância se torna BULLING...

E se a relação existe uma necessidade de sobrevivência de um, e o poder do implicante em lhe pagar o salário, a vida daquele que recebe os baldes de lixo emocional da implicância nas costas e tem que se submeter a eles, são atitudes que não dignificantes a nenhum dos dois, portanto trata-se de atitudes involutivas, da emissão de oncuras, que um dia irão retornar com este comando sobre nós mesmos...e ai a gente vai reclamar de obsessão, das vozes na cabeça implicando conosco....e o inferno está preparado....
Lembrando: A vida nos trata como nós nos tratamos...

Quem implica com todo mundo, implica consigo mesma...
E viver “dentro” do implicante é condenar nosso corpo ao inferno, o umbral mais denso, cheio de vozes implicando, criticando...o famoso capacete de miasmas, de formas pensamentos com o comando de nos tornar escravos....

A cada implicância, existe uma reação bioenergética...emitimos hormônios de defesa, e uma serie de ENTIDADES DE VENENO interno.
E aí o sistema digestivo que se vire em Digerir nossa indignação, de nossa implicância...

O Fígado em purificar o sangue contaminado com a energia da implicância (lembrando que a agua carrega consigo a memória do comando e irá atingir todas células).
O pâncreas que se vire para lidar com tanto amargor pela vida, com a falta de prazer, de doçura, causando um desequilíbrio da insulina e consequentes hipoglicemia e/ou diabetes...

 A vesícula tendo que preparar ácidos para esta digestão, e ao não conseguir gerando cristalizações, encapsulando em pedras a energética da implicância.
O pobre do rim tendo que filtrar todos estes venenos, purificando o sangue...e não dando conta, pois o vício da implicância mantem o corpo envenenado o tempo todo, sem descanso...

As articulações não conseguindo articular tanta rigidez, excesso de terra com excesso de fogo, se enrijecendo.... Inflamações causadas por esta energia de estagnação, de não fluxo...
A face, o sistema que rege nossa “mordida, a nossa expressão ao meio, a agressividade contida (implicância interna não expressa, vulgo sapos engolidos que descem arranhando a garganta), o ranger de dentes noturno, a quebra de dentes pelo excesso de fogo e rigidez....

A pressão alta, pois estamos sendo nos oprimindo, nos pressionando, com os deveria...o falso perfeccionismo, as idealizações que temos sobre nós mesmo, o desrespeito a nosso limites e capacidades...
Na mulher, a expressão de seu poder está ligada ao chacra laríngeo, causando as doenças de tiroide, e nos órgãos sexuais, são de forma distorcida, veículos da submissão do feminino, as doenças e mal-estares do ciclo lunar. O homem expressa suas relações com o poder distorcidas com problemas no chacra explenico, os hormônios das próstatas, que também se refletem na sua atitude na expressão no mundo (a distorção do que é ser homem, ligado a vida produtiva).

Creio que podemos perceber como nosso vicio em sermos implicantes, em sempre estarmos tentando ajustar as situações, as pessoas, para sob nosso controle, para que possamos nos sentir confortáveis, é extremamente danoso a nosso organismo, a nossa vida...
E o quanto não tempos lucidez, que sempre estamos implicando com algo.

Fomos criados com implicâncias diárias, deste as pequenas, até as mais graves, as críticas, frases do tipo: você não é capaz, deixa que eu faço...se não fizer como eu faço, não me serve…criança não pode se meter em conversa de adulto…e mil outras frases que absorvemos quando pequenos, e que nossos pais também ouviram quando pequenos, e que sem lucidez, repetiremos por condicionamento....
Precisamos perceber o que fazemos com nosso PODER DE VERBO:

Ele está sendo usado de uma forma a DIGNIFICAR a nós mesmos?

Ou está sendo usado em ações não dignificantes:
E nem vamos olhar nossas atitudes com o outro no primeiro momento>
Vamos observar como nós nos tratamos: O quanto implicamos:

- com nosso corpo, o como o enlouquecemos com nossos processos mento-emocionais loucos...o quanto o desvalorizamos, nossa morada no planeta, da qual dependemos totalmente, ou seja nossa alma, nosso Espirito estão submetidos a ele para se manifestar, pois é dele o ectoplasma, o magnetismo. Ele é nosso herói, um sobrevivente, pois suporta e tenta se manter e regenerar todos nossos desmandos, as entidades de veneno que jogamos nele...que belo alquimista ele é, apesar de nós morarmos nele....
Mas estamos sempre implicando com algo...porque acumulou algumas gordurinhas, ou porque está magro demais, pelo envelhecimento (consequência do árduo trabalho que om obrigamos a ter.), porque uma roupa não veste bem, pelo tipo de cabelo, e pior na revolta contra a vida, dizemos que não mais queremos viver (se for para não viver do jeito que quero, prefiro não viver...) querendo controlar a vida, ao invés de deixar que a vida nos conduza....

- Com nossa casa.... Nosso lar, refugio..., mas sempre damos um jeito de implicar com algo...um móvel com um pouco de poeira, um objeto que foi movido de seu lugar…a cor das paredes, enjoamos dos moveis…e nesta implicância infernizamos aqueles que moram conosco....

- Nosso veículo, expressão de nossa liberdade de ir e vir...o quanto implicamos com seu desgaste, com as despesas ...e esquecemos de valorizar o conforto que nos fornece...
- Nosso Valor…raramente nós nos elogiamos, damos valor a uma vitória, às vezes, um simples sorriso que demos que foi capaz de melhorar o dia de alguém…nunca nós valorizamos, reconhecemos, consideramos...só valorizamos o que não temos...e informamos ao Universo que nada que temos tem valor...que só damos importância a falta, e geramos um ambiente de falta na nossa vida...

- O quanto implicamos com nossas emoções, nossos sentimentos... cheios de deveria ser..de contos de fadas...príncipes e princesas encantados, que viveram felizes para sempre....
- Implicamos com nossa mente concreta, a inundamos de informações que nunca vivenciaremos, não usaremos...a sobrecarregamos, pois confundimos conhecimento com poder…e o falso ego faz morada no campo mental....

E aí, que tal você observar onde estão suas implicâncias e trabalhar para reduzi-las?
Tanto contra você mesmo, como com os outros?

Isto será si nomino de Saúde e de prosperidade.
Você prefere ser Feliz ou ter Razão?

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