quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A Lagarta e a Borboleta
Nosso tempo de vida é muito maior que o dos insetos, e, portanto podemos aprender com eles, e através deles.
Vejamos a vida de uma lagarta e nós coloquemos no lugar dela.
A única realidade que existe a ela, é a de ser um animal rastejante, que se alimenta de folhas, que tem um mundo muito pequeno, às vezes uma única planta, ou alguns metros quadrados de liberdade. Vive para se alimentar.
Percebe pousar na planta onde esta a borboleta, a admira, mas para ela, este ser é um completo estranho.
Percebe o casulo, e só identifica que não é alimento, mas não percebe nenhuma relação do mesmo consigo.
Apenas identifica suas irmãs lagartas, e disputa com as mesmas o alimento.
Para ela o mundo se restringe em lagartas, e planta... Não pensa sobre sua missão, seu destino, e sobre o que ocorrerá após a morte. Ou mesmo, será que ela tem noção de ser perene?
Mesmo no momento que o instinto a faz começar a tecer seu casulo, e penetrar no mesmo, não tem a noção do porque o faz, e qual seu objetivo. Só percebe que seu instinto lhe leva a tecer o casulo. Para a lagarta, ela esta tecendo sua câmara mortuária. E todas as lagartas têm o mesmo instinto, no mesmo momento, sem saber quem lhes comanda.
Passado um tempo, o casulo se rompe, e a lagarta não esta mais ali, mas aos poucos surge um Ser totalmente diferente, que inicia a abrir, também por que são seu instinto, suas asas, e espera que elas sequem, se fortaleçam, e algo interno a borboleta, sabe que ela não mais é um ser rastejante, mas totalmente capaz de voar.
Mas, para nós, que temos mais tempo de existência, e observamos o processo todo da borboleta, seu processo, percebemos que apenas o mesmo Espírito estava neste Ser, que ele teve 3 existências sob nosso olhar, antes da borboleta realmente morrer, a vida como lagarta, como casulo, e como borboleta, que deu origem a novas lagartas, se multiplicando, ou seja, gerando novos seres que se apresentam para a experiência.
Porém, como será que um Ser cujo tempo de vida, o nosso ponto de vista seja eterno, percebe nossa existência?
Será que ao acompanhar nosso processo de evolução, como observador, não no plano material, mas em um plano que ele nós observe a partir de nossa essência, de nosso espírito, ele não seria capaz de compreender que, considerando a linha do tempo linear, já passamos pela experiência de sermos apenas átomos, aprendemos a nós unir a outros átomos gerando substancias, e aos poucos aprendemos a transformar substancias em células, e estas em vegetais, vírus, bactérias, animais policelulares, invertebrados, vertebrados do mais simples ao mais complexo, mamíferos, e depois hominais.
Percebeu que durante nossos processos de criar, viver, sumir, evoluir, na matéria, fomos assumindo cada vez mais controle de nosso conjunto celular, que partes nossas permaneceram experienciando a vivencia do reino mineral, outra no vegetal, outras nos animais. E dentre estes, a vivencia incluiu a experienciação de todos os ambientes disponíveis no planeta, e que formas eram mais adequadas para viver na água, na terra e no ar, quais as ferramentas que esta essência teria que desenvolver para sobreviver funcionalmente no meio onde vive.
Este Ser Eterno percebe em todos, estas vivencias, tendo atrás delas um mesmo Espírito Único, o mesmo, assim como nós percebemos na lagarta, casulo e borboleta.
Se nós entrarmos neste olhar deste Ser, perceberíamos que cada coisa colocada neste planeta, e ele próprio são partes de nosso espírito, e que cada átomo faz parte do mesmo organismo, assim como percebemos nossas células como partes nossas, apesar de que seu tempo de vida é pequeno. Entenderíamos que não existe fora e dentro do corpo, nós e o mundo, aspectos do mesmo espírito, onde só muda o que a consciência esta observando.
Somos como a lagarta que não consegue ver seus próximos passos evolutivos, e por isto teme o futuro, resiste ao mesmo, porque, nós nos desconectamos desta essência, que ensina a lagarta aceitar seu processo de tecer o casulo como natural, porque passamos a crer que podemos controlar o mundo, como se ele não fosse parte nossa, e negativamos nossa mente, contaminando a com o veneno do medo, da insegurança, da falta de fé em si mesmo. Nós saímos do fluxo natural, e por isto sofremos, pois a Natureza nos obriga a voltar ao fluxo.
Podemos aprender com a lagarta a confiar que existe um espírito dentro dela que sabe o porquê tecer e entrar no casulo. Quem sabe o que renascerá do que acreditamos ser a vivencia como humanos? Mais cedo ou mais tarde nós tornaremos algum destes seres que admiramos hoje como superiores a nós, seja apenas nossa próxima etapa evolutiva...
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Alquimista
Ser um alquimista é ser estudante da química divina.
É compreender como o Criador gerou a matéria, e os princípios que determinou para a sua ordenação.
É aprender a ser co-criador no plano material, expert não só nos processos físico-químicos de laboratório, mas da vida.
Eis que descobre que o mundo, a vida, em si é o grande laboratório, construído pelo Grande Arquiteto para operarmos e ensaiarmos.
Eis a oportunidade de transcendermos, de alquimistas que lidam e dominam a materialidade, transmutando-a iaô incluir os seres viventes em seu estudo.
Aos poucos, o alquimista se descobre capaz também de transmutar almas.
Torna-se o agente de mudança, de cura da negatividade, do não funcional, para positivar e reintegralizar o Ser.
O Alquimista de Almas se torna um inversor de estados dissonantes, um ordenador.
Eis a verdadeira pedra filosofal, a fonte da juventude – o levar almas de baixa lucidez, densas e frágeis como o chumbo, para estado onde se tornam belas, brilhantes, com valor e adaptáveis como o ouro.
As ajuda a sair de seres limitados e perenes a se descobrir como Espíritos eternos, com o vigor da juventude permanente.
O verdadeiro alquimista usa seu conhecimento das operações materiais e energéticas para tocar almas de seus irmãos.
É função primaz de o alquimista despertar o estado espiritual do que toca, seja dos reinos mineral, vegetal, animal e até mesmo hominal, e porque não, aquilo que transcende sua percepção limitada pela fisicalidade.
Mas o primeiro que o alquimista deve despertar é a sua própria essência, em vários aspectos, na materialidade, no emocional, no astral, mental, espiritual, divino, curando cada uma das suas entidades internas do veneno que lhe limitam, principalmente o venenos da negatividade, do medo, e da necessidade de segurança, que é ilusória em um mundo em constate transformação.
Eis o desafio do alquimista de almas – Despertar a si mesmo, e lembrar que a alquimia é a arte da simplicidade, vindo do ato de observar e comparar, afinal o que esta em cima esta em baixo, o que esta fora esta dentro, e, portanto seu principal laboratório de trabalho é seu próprio mundo interior.
Caminhar
No caminhar deve haver Esperança de um objetivo alcançar;
E a lucidez de qual é nosso objetivo.
Foco no destino para iluminá-lo.
Compreensão da importância do caminho.
Esperança, na qual se encontra a força para levar um passo a frente do anterior.
A seqüência de passos com a consciência de cada flor, pedra;
De cada Ser dos reinos mineral, vegetal, animal e humano que vem abençoar nosso caminhar.
Uns caminharão a nosso lado por algum tempo, outros só cruzam rapidamente a trilha, mas deixam sua marca.
Porém, outros afetam nosso caminho, nós levando a parar, ou mesmo retornar por um momento.
Ou mesmo nós levam a mudar totalmente de caminho, rever nosso destino.
Todos são bênçãos pelo que nos trazem no aprendizado, sejam flores a perfumar ou pedras que ferem os pés.
Todos nós conduzirão a nosso destino, pois o que mais importa é o caminho e não a chegada.
Pois todos os momentos são de chegada e são de partida.
E todos os caminhos levam ao mesmo lugar – a você mesmo.
Juiz Interno
Na vida entramos em contato com inúmeras informações, e aos poucos, conforme nossas experiências, algumas se tornam verdadeiras para nós, outras são descartadas. Construímos uma estrutura de crenças que se torna nosso pilar de valores e crenças, com a força de um código de leis interno.
A partir deste código geramos nossa referencia de certo e errado – o que esta de acordo ou não com nossas leis internas. Nos momentos que realizamos uma ação que é contraria a estas leis, e suas conseqüências são negativas, nós nos colocamos como réus em nosso próprio tribunal da consciência. E invariavelmente nos condenamos e punimos.
E como não temos a consciência que este código de leis foi criado por nós mesmos, e que, portanto, podemos alterá-lo, sentimos como se fosse o mundo que nos julgasse, em sua parte mais respeitada por nós, o divino. E geramos a imagem de um Deus enérgico e punidor.
Com isto retiramos de nossas mãos a possibilidade de alterar esta estrutura e também nossa responsabilidade sobre a mesma. Transferimos então nosso poder ao Deus externo e ao mundo, colocando-nós no papel de réus.
E que juiz implacável geramos para nós, ele não dá nenhum valor ao que fazemos de bem, de funcional, as nossas vitórias e conquistas, a qualquer coisa que reforce nossa autoestima, nossa força interna.
Este juiz nos coloca como reféns de si, totalmente a mercê de seu julgamento, no qual não cabe advogado de defesa, apenas a promotoria, recursos em instancias superiores. É ele que destrói nossos conceitos de autovalor e busca nivelar ao quase nada, ao fracassado. Ele que em ação onde tivemos 99% de êxito, sabe apenas apontar onde houve a falha, o que poderia ter sido melhor.
O nosso código de leis, criado a principio para nós nortear, para servir de base sólida a nosso caminhar, perde-se em sua função e se torna prisão. A energia que gastamos para manter esta estrutura é enorme, pois geramos nela grades que nos cerceiam, amarras que tolhem a criatividade, os impulsos e temperamentos.
Este código vira o monstro que destrói o medico que o gerou.
Mas, podemos como médicos, corrigir a estrutura defeituosa, ao ressignificar nossas leis internas, as tornando mais maleáveis, libertadoras, funcionais, incentivadoras de nossa evolução.
Ao modificarmos nosso comando interno que só a perfeição é aceitável, o que é impossível para um individuo que foi gerado para aprender por tentativa e erro, para o de sermos caprichosos no que fazemos, no melhor de que somos capazes, do jeito que sabemos fazer, com a consciência de que ainda podemos e iremos falhar, pois a luz de nossa inteligência ainda não extirpou todas as sombras de ignorância que possuímos; de que errar é humano, faz parte do jogo e não nos cabe culpa e punição, mas sim o aprendizado que se somará a nossa sabedoria.
Portanto, podemos perceber, que o erro aumenta nossa luz e reduz nossa sombra no sentido de que cada engano aprendido, nós aproxima da capacidade de fazermos o correto.
Se for de cada tentativa e erro, que evoluímos, então porque nós nos julgamos tão severamente?
Se observarmos bem, as demais pessoas nem se apercebem de nossos enganos, ocupadas consigo mesmas, que o mundo não para tudo o que esta fazendo para nós julgar. Deus, então, que possui a responsabilidades de Universos, não irá nos focar com uma lupa... Ele tem mais o que fazer, e é para isto que gerou os princípios que nos regem...
Apenas o juiz que nós mesmos criamos dentro de nós o faz. È uma parte de nosso ser, que determinamos seguir o papel de juiz. Mas se formos capazes de compreender que os outros têm seu valor, mesmo tendo defeitos, cometendo enganos, e os amamos como são, porque não somos capazes de ter a mesma compreensão, complacência para conosco mesmos?
Retiremos este juiz de seu púlpito e o tragamos ao posto de um amigo, orientador, e que ele seja mais brando, corrigindo, aconselhando, ao invés de punir. Ensinando amorosamente, com paciência e com a plena fé de que sempre aprenderemos a sermos melhores do que hoje somos rumo à perfeição, oriunda da sabedoria que desejamos.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Nossa Família espiritual
Todos nós somos um Universo em si mesmo.
Recebemos de nossos antepassados, sua memória genética na forma de DNA, tanto físico quanto sutil.
Esta memória se encontra arquivada em cada uma de nossas células, e fazem que sejamos quem somos.
Assim, tudo aquilo que vivenciamos, seja neste momento, ou em outra época também faz parte de nossa sabedoria.
Para nosso Espírito, centelha divina eterna, não existe tempo e espaço, pois ele apenas é.
No angulo de visão d’ele, todas nossas vidas, sejam no planeta terra, ou em outros orbes ou dimensões, estão ocorrendo neste mesmo momento. Apenas como uma televisão aparenta para nos manifestos, que o único canal existente seja o que estamos sintonizados, nossa vida real atual. Mas na realidade, nesta fonte existem milhares de canais simultâneos, cada um com seu aprendizado, desenvolvendo potenciais diversos, e por gerenciamento de nosso espírito, as lições são interligadas, pois o objetivo d’ele é sempre encontrar uma forma melhor de se realizar um desafio. E através da vivencia de nosso espírito, Deus está experienciando e se expandindo.
Não nos percebemos que somos Deus se sentindo, de tão identificados que estamos com o corpo. Muitos de nós nem dão valor a vida física, outros se preocupam consigo mesmos, mas não se importam se o planeta em que vivemos agora seja destruído, outros, poucos ainda, percebem que Tudo é Um, todos somos células de Deus, apesar de que o ego nos dá a ilusão de sermos individualizados, Tudo é interligado, e se o Todo perder apenas uma de suas emanações deixará de ser o Todo, de ser integro.
Assim somos nós, estamos na ilusão que a nossa vida material é nosso foco, e sentimos que qualquer perda ocorrida neste plano, nos deixa mais pobres. Esquecemos que somos a materialização do pensamento de nosso espírito, que cada espírito é em si, a materialização da vontade do Todo.
Então, se fracassarmos, o Todo fracassa, e se o planeta ruir, também fracassamos como artífices que somos desta realidade. Esquecemos que como Deuses em manifestação, nosso pensamento e vontade tem o poder de lei atuando sobre nossa realidade. E que aquilo onde colocarmos nossa fé, nosso foco realizador, será o que será materializado como realidade. Estamos, nesta manifestação, enfrentando a possibilidade de mais uma vez, como civilização termos fracassado, e nem nos apercebemos que passamos 24 horas por dia considerando o mundo a nossa volta como hostil nos preparando para sua destruição, pois nos sentimos impotentes para mudar a realidade, e vivemos fazendo a partir de fatos dramas para o futuro. Não percebemos a quantidade de energia que emanamos para manifestar uma realidade não funcional, e que os raros momentos que deixamos nossa inconsciência, e desejamos com nossa mente que a realidade mude, não é capaz de anular nem ao menos a energia que nos mesmos colocamos na dramatização.
Esquecemos nosso poder de mudar instantaneamente a realidade, como centelhas divinas, pois não nos acreditamos capazes, pois nos cremos apenas um corpo a mercê do mundo, e não um espírito eterno, manifestação do Todo. Pois como Espírito somos apenas positividade, confiança, certeza que tudo esta correto, correndo como o programado para o aprendizado.
Mas no momento que percebermos que somos muito mais que esta realidade que percebemos, compreenderemos que podemos nos reconectar com nosso Espírito, e acessar através dele toda a sabedoria de nossas vidas anteriores, além das emanações geradas por cada decisão que tomamos, pois ao contrario do que cremos, a cada uma vivenciamos todas as possibilidades que se abrem na escolha.
E será no momento que o véu negro, que nos impede de perceber a maravilha do todo, for removido pela libertação de nossas estruturas de crenças limitantes, e nos entendermos como um com nosso espírito, e que nossa verdadeira família espiritual é a somatória de nossas partes emanadas no aprendizado por todo este Universo, independentemente de espaço-tempo, de dimensão, poderemos encontrar a iluminação, e finalmente nos reunirmos com nossas partes que já tomaram esta consciência da Unicidade, e entrarmos no circulo de proteção e guardiões das nossas partes que ainda não atingiram esta lucidez.
Quando uma de nossas partes se tornarem lúcida do Todo, e acreditar que ela tem todo potencial para através da sua vontade curar e iluminar as demais partes emanadas por seu espírito poderá ascender, como planeta, pois tudo e todos manifestos em Gaia somos apenas um, e, portanto ao atingirmos nossa consciência lúcida sobre nós estaremos curando a Gaia, levando a ela nosso equilíbrio e nossa ordem interna, e nos tornarmos canais do Divino se manifestando na terceira dimensão, canais que podemos ser se assim acreditarmos ser possível, através da nossa reconexão e conseqüente sabedoria das leis do Todo.
Se desejarmos salvar a Humanidade, o planeta, com toda sua diversidade e beleza, basta apenas curar a si mesmo, não como manifestação, mas como Espírito Eterno e Sábio, assumindo a responsabilidade sobre si mesmo e sua divindade.
Eis nossa busca – nos tornarmos Um, íntegros com todas nossas partes, lúcidos de nosso poder de criação.
E íntegros gerarmos uma nova realidade, onde tudo é mais funcional, ordenado, emanados pelo meu próprio estado interno.
Recebemos de nossos antepassados, sua memória genética na forma de DNA, tanto físico quanto sutil.
Esta memória se encontra arquivada em cada uma de nossas células, e fazem que sejamos quem somos.
Assim, tudo aquilo que vivenciamos, seja neste momento, ou em outra época também faz parte de nossa sabedoria.
Para nosso Espírito, centelha divina eterna, não existe tempo e espaço, pois ele apenas é.
No angulo de visão d’ele, todas nossas vidas, sejam no planeta terra, ou em outros orbes ou dimensões, estão ocorrendo neste mesmo momento. Apenas como uma televisão aparenta para nos manifestos, que o único canal existente seja o que estamos sintonizados, nossa vida real atual. Mas na realidade, nesta fonte existem milhares de canais simultâneos, cada um com seu aprendizado, desenvolvendo potenciais diversos, e por gerenciamento de nosso espírito, as lições são interligadas, pois o objetivo d’ele é sempre encontrar uma forma melhor de se realizar um desafio. E através da vivencia de nosso espírito, Deus está experienciando e se expandindo.
Não nos percebemos que somos Deus se sentindo, de tão identificados que estamos com o corpo. Muitos de nós nem dão valor a vida física, outros se preocupam consigo mesmos, mas não se importam se o planeta em que vivemos agora seja destruído, outros, poucos ainda, percebem que Tudo é Um, todos somos células de Deus, apesar de que o ego nos dá a ilusão de sermos individualizados, Tudo é interligado, e se o Todo perder apenas uma de suas emanações deixará de ser o Todo, de ser integro.
Assim somos nós, estamos na ilusão que a nossa vida material é nosso foco, e sentimos que qualquer perda ocorrida neste plano, nos deixa mais pobres. Esquecemos que somos a materialização do pensamento de nosso espírito, que cada espírito é em si, a materialização da vontade do Todo.
Então, se fracassarmos, o Todo fracassa, e se o planeta ruir, também fracassamos como artífices que somos desta realidade. Esquecemos que como Deuses em manifestação, nosso pensamento e vontade tem o poder de lei atuando sobre nossa realidade. E que aquilo onde colocarmos nossa fé, nosso foco realizador, será o que será materializado como realidade. Estamos, nesta manifestação, enfrentando a possibilidade de mais uma vez, como civilização termos fracassado, e nem nos apercebemos que passamos 24 horas por dia considerando o mundo a nossa volta como hostil nos preparando para sua destruição, pois nos sentimos impotentes para mudar a realidade, e vivemos fazendo a partir de fatos dramas para o futuro. Não percebemos a quantidade de energia que emanamos para manifestar uma realidade não funcional, e que os raros momentos que deixamos nossa inconsciência, e desejamos com nossa mente que a realidade mude, não é capaz de anular nem ao menos a energia que nos mesmos colocamos na dramatização.
Esquecemos nosso poder de mudar instantaneamente a realidade, como centelhas divinas, pois não nos acreditamos capazes, pois nos cremos apenas um corpo a mercê do mundo, e não um espírito eterno, manifestação do Todo. Pois como Espírito somos apenas positividade, confiança, certeza que tudo esta correto, correndo como o programado para o aprendizado.
Mas no momento que percebermos que somos muito mais que esta realidade que percebemos, compreenderemos que podemos nos reconectar com nosso Espírito, e acessar através dele toda a sabedoria de nossas vidas anteriores, além das emanações geradas por cada decisão que tomamos, pois ao contrario do que cremos, a cada uma vivenciamos todas as possibilidades que se abrem na escolha.
E será no momento que o véu negro, que nos impede de perceber a maravilha do todo, for removido pela libertação de nossas estruturas de crenças limitantes, e nos entendermos como um com nosso espírito, e que nossa verdadeira família espiritual é a somatória de nossas partes emanadas no aprendizado por todo este Universo, independentemente de espaço-tempo, de dimensão, poderemos encontrar a iluminação, e finalmente nos reunirmos com nossas partes que já tomaram esta consciência da Unicidade, e entrarmos no circulo de proteção e guardiões das nossas partes que ainda não atingiram esta lucidez.
Quando uma de nossas partes se tornarem lúcida do Todo, e acreditar que ela tem todo potencial para através da sua vontade curar e iluminar as demais partes emanadas por seu espírito poderá ascender, como planeta, pois tudo e todos manifestos em Gaia somos apenas um, e, portanto ao atingirmos nossa consciência lúcida sobre nós estaremos curando a Gaia, levando a ela nosso equilíbrio e nossa ordem interna, e nos tornarmos canais do Divino se manifestando na terceira dimensão, canais que podemos ser se assim acreditarmos ser possível, através da nossa reconexão e conseqüente sabedoria das leis do Todo.
Se desejarmos salvar a Humanidade, o planeta, com toda sua diversidade e beleza, basta apenas curar a si mesmo, não como manifestação, mas como Espírito Eterno e Sábio, assumindo a responsabilidade sobre si mesmo e sua divindade.
Eis nossa busca – nos tornarmos Um, íntegros com todas nossas partes, lúcidos de nosso poder de criação.
E íntegros gerarmos uma nova realidade, onde tudo é mais funcional, ordenado, emanados pelo meu próprio estado interno.
Flores
De todos os corações brotam flores.
Todas são belas e exalam o perfume da esperança.
Mas a capacidade de cada um sentir o perfume emanado por seu próprio coração é que é pobre.
Olfato turvado pelas crenças dos próprios limites, da percepção deturpada de que o mundo é hostil, e por isto se encapsula o próprio coração em uma redoma impenetrável, defendendo-se de perigos que só existem em sua imaginação.
Então a flor ao ficar protegida pela redoma, não pode exalar seu perfume, alimentando o Ser e o mundo, e a esperança morre sem ao menos ter sido percebida.
Matamos as emanações de nosso coração tentando nos proteger da dor.
E geramos para nós próprios a mais profunda das dores, a da solidão, do auto abandono, e matamos nossa capacidade de realizar a missão de sermos flores que exalam e se manifestam ao mundo, gerando nele a beleza.
E nossa flor interna perde a função e morre.
Vamos olhar para a flor que ainda teima em florir no solo árido que lhe damos em nosso peito, e passemos a regá-la com amor, para que renasça a esperança, que derruba qualquer redoma de proteção por sua inutilidade, pois a mais bela flor não sofre ataques, não precisa ser defendida, apenas pede a permissão de realizar sua função – de perfumar a nossa vida.
Todas são belas e exalam o perfume da esperança.
Mas a capacidade de cada um sentir o perfume emanado por seu próprio coração é que é pobre.
Olfato turvado pelas crenças dos próprios limites, da percepção deturpada de que o mundo é hostil, e por isto se encapsula o próprio coração em uma redoma impenetrável, defendendo-se de perigos que só existem em sua imaginação.
Então a flor ao ficar protegida pela redoma, não pode exalar seu perfume, alimentando o Ser e o mundo, e a esperança morre sem ao menos ter sido percebida.
Matamos as emanações de nosso coração tentando nos proteger da dor.
E geramos para nós próprios a mais profunda das dores, a da solidão, do auto abandono, e matamos nossa capacidade de realizar a missão de sermos flores que exalam e se manifestam ao mundo, gerando nele a beleza.
E nossa flor interna perde a função e morre.
Vamos olhar para a flor que ainda teima em florir no solo árido que lhe damos em nosso peito, e passemos a regá-la com amor, para que renasça a esperança, que derruba qualquer redoma de proteção por sua inutilidade, pois a mais bela flor não sofre ataques, não precisa ser defendida, apenas pede a permissão de realizar sua função – de perfumar a nossa vida.
Reflexão
Em um momento planetário, onde já se percebe que a civilização chegou a um ponto de insustentabilidade e total co-dependencia, já não nos preocupamos em sermos supridos diretamente por gaia, como seus filhos, tal como o fazem todos os demais reinos e espécies.
Tropeçamos em nosso orgulho e desaprendemos a sermos naturais.
Vemos nas plantas e flores sua beleza, mas não nós preocupamos em saber seu nome e as qualidades que possuem a nosso dispor.
E em um futuro provável, mas não certo, se estivermos em um local que nos faltem os recursos da civilização, os suprimentos básicos, como sobreviremos?
Sim, mas precisaremos saber plantar, cuidar, colher, mas mesmo isto hoje exige dependência, pois precisamos das sementes, mudas e ferramentas. E a colheita demorará alguns meses.
Nosso desafio é então sabermos reconhecer na Natureza o que já esta disponível para coleta para consumo imediato.
Que ironia seria pessoas altamente qualificadas, que passassem fome ao lado da Natureza, apenas por não saberem identificar os presentes que ela nos oferece graciosamente.
Perdemos o prazer de sugar o mel de uma flor, com medo de que ela seja tóxica, deixamos de comer folhas banhadas pelo orvalho, por não sermos capazes de reconhecer se são comestíveis.
É preciso que aqueles que desejam seguir o caminho de curar de forma natural sejam capazes, assim como o são os pajés, saber escolher e manipular cada planta a sua volta, obtendo das mesmas suas qualidades curativas, e lhes conservando a energia vital, pois apenas uma folha que nos doe seu espírito, sua essência, poderá nos alimentar energeticamente muito mais que meio quilo de alimento morto.
Eis o desafio para a sobrevivência pelas próprias habilidades, mesmo de mãos nuas, em momentos difíceis e ser úteis a sua comunidade- saber fazer muito com pouco ou nenhum recurso. Saber ensinar o que sabe, para que o conhecimento não se perca, e para isto, saber transformar seu próprio conhecimento em sabedoria.
E principalmente saber confiar em seu instinto, usando a intuição, se permitindo, que a própria Natureza nos oriente e que junto a ela, aprendamos a nos reconectar de forma funcional e voltemos a sermos capazes de realizar muito com quase nada, como o fazíamos em gerações anteriores.
Não é nas soluções sofisticadas que está o futuro da civilização, mas sim nas mais simples e naturais, em um retorno na integração com a Natureza.
Tropeçamos em nosso orgulho e desaprendemos a sermos naturais.
Vemos nas plantas e flores sua beleza, mas não nós preocupamos em saber seu nome e as qualidades que possuem a nosso dispor.
E em um futuro provável, mas não certo, se estivermos em um local que nos faltem os recursos da civilização, os suprimentos básicos, como sobreviremos?
Sim, mas precisaremos saber plantar, cuidar, colher, mas mesmo isto hoje exige dependência, pois precisamos das sementes, mudas e ferramentas. E a colheita demorará alguns meses.
Nosso desafio é então sabermos reconhecer na Natureza o que já esta disponível para coleta para consumo imediato.
Que ironia seria pessoas altamente qualificadas, que passassem fome ao lado da Natureza, apenas por não saberem identificar os presentes que ela nos oferece graciosamente.
Perdemos o prazer de sugar o mel de uma flor, com medo de que ela seja tóxica, deixamos de comer folhas banhadas pelo orvalho, por não sermos capazes de reconhecer se são comestíveis.
É preciso que aqueles que desejam seguir o caminho de curar de forma natural sejam capazes, assim como o são os pajés, saber escolher e manipular cada planta a sua volta, obtendo das mesmas suas qualidades curativas, e lhes conservando a energia vital, pois apenas uma folha que nos doe seu espírito, sua essência, poderá nos alimentar energeticamente muito mais que meio quilo de alimento morto.
Eis o desafio para a sobrevivência pelas próprias habilidades, mesmo de mãos nuas, em momentos difíceis e ser úteis a sua comunidade- saber fazer muito com pouco ou nenhum recurso. Saber ensinar o que sabe, para que o conhecimento não se perca, e para isto, saber transformar seu próprio conhecimento em sabedoria.
E principalmente saber confiar em seu instinto, usando a intuição, se permitindo, que a própria Natureza nos oriente e que junto a ela, aprendamos a nos reconectar de forma funcional e voltemos a sermos capazes de realizar muito com quase nada, como o fazíamos em gerações anteriores.
Não é nas soluções sofisticadas que está o futuro da civilização, mas sim nas mais simples e naturais, em um retorno na integração com a Natureza.
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